
Petista prova que quem arrumou a casa foi a Frente Popular e alerta que a cidade não pode mais ficar parada
A candidata da Frente Popular repôs a verdade sobre a situação do caixa da prefeitura encontrada pelo atual prefeito, José Fogaça. No debate realizado pela TV Ulbra, na noite deste sábado (13), Maria do Rosário comprovou, através do relatório de gestão fiscal assinado pelo próprio Fogaça, que o PT deixou R$ 77,5 milhões na conta da prefeitura de Porto Alegre. Portanto, o documento desmente o atual prefeito, que insiste em dizer que encontrou déficit financeiro como forma de justicar a inércia e falta de iniciativa de seu governo. ” O candidto Fogaça repete a mentira várias vezes com o objetivo de que ela se torne verdade. Mas o fato é que recebeu uma prefeitura com recursos em caixa, uma prefeitura projetada para o mundo inteiro e lembrada pela qualidade dos serviços prestados”, enfatizou.
Maria do Rosário lembrou ainda que, em 2002, na grave crise do país durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, o então líder do governo, senador Fogaça, não tomou nenhuma providência para ajudar os municípios gaúchos e a capital. “Fogaça foi omisso como senador e agora, como prefeito, faz um governo inoperante”, criticou.
A contradição entre o discurso e a prática dos candidatos não pára por aí. A petista esmiuçou as emaranhadas coligações que disputam esta eleição, observando que os partidos que apóiam Fogaça e Manuela estão juntos no governo Yeda e também representam a atual administração municipal, na medida que o PPS, do vice de Manuela, ainda ocupa cargos no governo do PMDB de Fogaça. “Os governos do PT têm tradição de seriedade”, ressaltou.
Inércia, inoperância, indiferença
O tema da saúde pública ocupou a primeira exposição de Maria, que comprometeu-se a ampliar para 250 o número de equipes do Programa de Saúde da Família e a construir os Centros de Especialidades em Saúde, em parceria com o governo Lula e valendo-se da experiência acumulada pelos governos da Frente Popular, que encontraram apenas 12 unidades e deixaram 164 postos de atendimento na cidade. Mais uma vez, a falta de empenho do atual prefeito ficou evidente quando Rosário informou que a prefeitura perdeu recursos que seriam destinados ao Hospital de Pronto Socorro (HPS) porque não apresentou projetos para disputar as verbas. ” Vou fazer da saúde uma prioridade para a vida”, afirmou.
No tema da segurança, mais uma vez a indiferença do atual gestor veio à tona. Fogaça admitiu que, na sua opinião, esta não é uma atribuição do município e não explicou por que investiu menos de 1% do orçamento neste setor e na Guarda Municipal. Rosário, em contrapartida, assegurou que assumirá o desafio de garantir mais tranquilidade aos moradores, inclusive no centro, com a qualificação da Guarda Municipal, instalação de câmeras e de uma central de monitoramento.
Maria ressaltou que a Frente Popular trouxe o Fórum Social Mundial (FSM) para Porto Alegre e lamentou que a cidade tenha perdido eventos turísticos nos últimos tempos. A petista ainda alertou para o fato do atual prefeito nunca ter buscado audiência com o Ministério do Turismo. Em contrapartida, Maria afirmou seu compromisso com Porto Alegre, salientando que apresentou emendas em nível federal para dotar de recursos o Porto Seco, o carnaval e o Centro de Eventos da Vila Nova. No entanto, estas verbas não chegaram à capital pelo desleixo do prefeito em exercício em apresentar projetos. “Estou empenhada em trazer a Copa do Mundo 2014 para nossa cidade para ampliar o desenvolvimento. Tenho muita vontade de trabalhar”, frisou. Maria chamou a atenção para o programa de turismo de José Fogaça, que é um verdadeiro fracasso. “As ruas escuras e a falta de investimentos inibem o turismo. Os hotéis e os taxistas têm saudades do Fórum Social Mundial”, pontuou.
O descumprimento de promessas de campanha e a lentidão do atual governo foram expostos também no debate sobre a Educação. Maria informou que o atual gestor não construiu uma escola sequer. Ao tentar rebater, Fogaça confirmou: somente agora, ao final do mandato, está iniciando a construção de dois prédios. “Nós temos a base de uma administração eficiente e pensamos no futuro, através de uma gestão integrada ao governo do presidente Lula. Com seriedade, consciência política, dedicação e, sobretudo, com vontade de trabalhar, tenho certeza que recuperaremos o lugar de Porto Alegre”, sintetizou.
A candidata da Frente Popular repôs a verdade sobre a situação do caixa da prefeitura encontrada pelo atual prefeito, José Fogaça. No debate realizado pela TV Ulbra, na noite deste sábado (13), Maria do Rosário comprovou, através do relatório de gestão fiscal assinado pelo próprio Fogaça, que o PT deixou R$ 77,5 milhões na conta da prefeitura de Porto Alegre. Portanto, o documento desmente o atual prefeito, que insiste em dizer que encontrou déficit financeiro como forma de justicar a inércia e falta de iniciativa de seu governo. ” O candidto Fogaça repete a mentira várias vezes com o objetivo de que ela se torne verdade. Mas o fato é que recebeu uma prefeitura com recursos em caixa, uma prefeitura projetada para o mundo inteiro e lembrada pela qualidade dos serviços prestados”, enfatizou.
Maria do Rosário lembrou ainda que, em 2002, na grave crise do país durante a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, o então líder do governo, senador Fogaça, não tomou nenhuma providência para ajudar os municípios gaúchos e a capital. “Fogaça foi omisso como senador e agora, como prefeito, faz um governo inoperante”, criticou.
A contradição entre o discurso e a prática dos candidatos não pára por aí. A petista esmiuçou as emaranhadas coligações que disputam esta eleição, observando que os partidos que apóiam Fogaça e Manuela estão juntos no governo Yeda e também representam a atual administração municipal, na medida que o PPS, do vice de Manuela, ainda ocupa cargos no governo do PMDB de Fogaça. “Os governos do PT têm tradição de seriedade”, ressaltou.
Inércia, inoperância, indiferença
O tema da saúde pública ocupou a primeira exposição de Maria, que comprometeu-se a ampliar para 250 o número de equipes do Programa de Saúde da Família e a construir os Centros de Especialidades em Saúde, em parceria com o governo Lula e valendo-se da experiência acumulada pelos governos da Frente Popular, que encontraram apenas 12 unidades e deixaram 164 postos de atendimento na cidade. Mais uma vez, a falta de empenho do atual prefeito ficou evidente quando Rosário informou que a prefeitura perdeu recursos que seriam destinados ao Hospital de Pronto Socorro (HPS) porque não apresentou projetos para disputar as verbas. ” Vou fazer da saúde uma prioridade para a vida”, afirmou.
No tema da segurança, mais uma vez a indiferença do atual gestor veio à tona. Fogaça admitiu que, na sua opinião, esta não é uma atribuição do município e não explicou por que investiu menos de 1% do orçamento neste setor e na Guarda Municipal. Rosário, em contrapartida, assegurou que assumirá o desafio de garantir mais tranquilidade aos moradores, inclusive no centro, com a qualificação da Guarda Municipal, instalação de câmeras e de uma central de monitoramento.
Maria ressaltou que a Frente Popular trouxe o Fórum Social Mundial (FSM) para Porto Alegre e lamentou que a cidade tenha perdido eventos turísticos nos últimos tempos. A petista ainda alertou para o fato do atual prefeito nunca ter buscado audiência com o Ministério do Turismo. Em contrapartida, Maria afirmou seu compromisso com Porto Alegre, salientando que apresentou emendas em nível federal para dotar de recursos o Porto Seco, o carnaval e o Centro de Eventos da Vila Nova. No entanto, estas verbas não chegaram à capital pelo desleixo do prefeito em exercício em apresentar projetos. “Estou empenhada em trazer a Copa do Mundo 2014 para nossa cidade para ampliar o desenvolvimento. Tenho muita vontade de trabalhar”, frisou. Maria chamou a atenção para o programa de turismo de José Fogaça, que é um verdadeiro fracasso. “As ruas escuras e a falta de investimentos inibem o turismo. Os hotéis e os taxistas têm saudades do Fórum Social Mundial”, pontuou.
O descumprimento de promessas de campanha e a lentidão do atual governo foram expostos também no debate sobre a Educação. Maria informou que o atual gestor não construiu uma escola sequer. Ao tentar rebater, Fogaça confirmou: somente agora, ao final do mandato, está iniciando a construção de dois prédios. “Nós temos a base de uma administração eficiente e pensamos no futuro, através de uma gestão integrada ao governo do presidente Lula. Com seriedade, consciência política, dedicação e, sobretudo, com vontade de trabalhar, tenho certeza que recuperaremos o lugar de Porto Alegre”, sintetizou.
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