UM BLOG DESTINADO A DESAFIAR AS ESTRUTURAS VIGENTES, INTERNA E EXTERNAMENTE AO PARTIDO DOS TRABALHADORES, SEMPRE TENDO EM VISTA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SEM OPRESSORES NEM OPRIMIDOS, SEM DONOS E ESCRAVOS.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
UM ESPETACULAR 2009 - SEM CRISE!!!!
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR!
QUANDO O MINISTRO DE ISRAEL FALA QUE ISTO TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO É APENAS O COMEÇO E QUE IRÃO ATÉ O FIM, NÃO SERIA UMA NOVA MANEIRA DE UMA "SOLUÇÃO FINAL"?? A LÁ HITLER, CONTRA SEU PRÓPRIO POVO, QUE ORA QUEREM JOGAR CONTRA OS PALESTINOS?
Carta aberta de Uri Avnery a Barack Obama

As humildes sugestões que se seguem são baseadas nos meus 70 anos de experiência como combatente de trincheiras, soldado das forças especiais na guerra de 1948, editor-em-chefe de uma revista de notícias, membro do parlamento israelense e um dos fundadores do movimento pela paz:
1)No que se refere à paz israelense-árabe, o Sr. deve agir a partir do primeiro dia.
2)As eleições em Israel acontecerão em fevereiro de 2009. O Sr. pode ter um impacto indireto, mas importante e construtivo já no começo, anunciando sua determinação inequívoca de conseguir paz israelo-palestina, israelo-síria e israelo-pan-árabe em 2009.
3)Infelizmente, todos os seus predecessores desde 1967 jogaram duplamente. Apesar de que falaram sobre paz da boca para fora, e às vezes realizaram gestos de algum esforço pela paz, na prática eles apoiavam nosso governo em seu movimento contrário a esse esforço.
Particularmente, deram aprovação tácita à construção e ao crescimento dos assentamentos colonizadores de Israel nos territórios ocupados da Palestina e da Síria, cada um dos quais é uma mina subterrânea na estrada da paz.
4)Todos os assentamentos colonizadores são ilegais segundo a lei internacional. A distinção, às vezes feita, entre postos “ilegais” e os outros assentamentos colonizadores é pura propaganda feita para mascarar essa simples verdade.
5)Todos os assentamentos colonizadores desde 1967 foram construídos com o objetivo expresso de tornar um estado palestino – e portanto a paz – impossível, ao picotar em faixas o possível projetado Estado Palestino. Praticamente todos os departamentos de governo e o exército têm ajudado, aberta ou secretamente, a construir, consolidar e aumentar os assentamentos, como confirma o relatório preparado para o governo pela advogada Talia Sasson.
6)A estas alturas, o número de colonos na Cisjordânia já chegou a uns 250.000 (além dos 200.000 colonos da Grande Jerusalém, cujo estatuto é um pouco diferente). Eles estão politicamente isolados e são às vezes detestados pela maioria do público israelense, mas desfrutam de apoio significativo nos ministérios de governo e no exército.
7)Nenhum governo israelense ousaria confrontar a força material e política concentrada dos colonos. Esse confronto exigiria uma liderança muito forte e o apoio generoso do Presidente dos Estados Unidos para que tivesse qualquer chance de sucesso.
8)Na ausência de tudo isso, todas as “negociações de paz” são uma farsa. O governo israelense e seus apoiadores nos Estados Unidos já fizeram tudo o que é possível para impedir que as negociações com os palestinos ou com os sírios cheguem a qualquer conclusão, por causa do medo de enfrentar os colonos e seus apoiadores. As atuais negociações de “Annapolis” são tão vazias como as precedentes, com cada lado mantendo o fingimento por interesses politicos próprios.
9)A administração Clinton, e ainda mais a administração Bush, permitiram que o governo israelense mantivesse o fingimento. É, portanto, imperativo que se impeça que os membros dessas administrações desviem a política que terá o Sr. para o Oriente Médio na direção dos velhos canais.
10)É importante que o Sr. comece de novo e diga-o publicamente. Idéias desacreditadas e iniciativas falidas – como a “visão” de Bush, o “mapa do caminho”, Anápolis e coisas do tipo – devem ser lançadas à lata de lixo da história.
11)Para começar de novo, o alvo da política americana deve ser dito clara e sucintamente: atingir uma paz baseada numa solução biestatal dentro de um prazo de tempo (digamos, o fim de 2009).
12)Deve-se assinalar que este objetivo se baseia numa reavaliação do interesse nacional americano, de remover o veneno das relações muçulmano-americanas e árabe-americanas, fortalecer os regimes dedicados à paz, derrotar o terrorismo da Al-Qaeda, terminar as guerras do Iraque e do Afeganistão e atingir uma acomodação viável com o Irã.
13)Os termos da paz israelo-palestina são claros. Já foram cristalizados em milhares de horas de negociações, colóquios, encontros e conversas. São eles:
a) estabelecer-se-á um Estado da Palestina soberano e viável lado a lado com o Estado de Israel.
b) A fronteira entre os dois estados se baseará na linha de armistício de 1967 (a “Linha verde”). Alterações não substanciais poderão ser feitas por concordância mútua numa troca de territórios em base 1: 1.
c) Jerusalém Oriental, incluindo-se o Haram-al-Sharif (o “Monte do Templo”) e todos os bairros árabes servirão como Capital da Palestina. Jerusalém Ocidental, incluindo-se o Muro Ocidental e todos os bairros judeus, servirão como Capital de Israel. Uma autoridade municipal conjunta, baseada na igualdade, poderia se estabelecer por aceitação mútua, para administrar a cidade como uma unidade territorial.
d) Todos os assentamentos colonizadores de Israel – exceto aqueles que possam ser anexados no marco de uma troca consensual – serão esvaziados (veja-se o 15 abaixo)
e) Israel reconhecerá o princípio do direito de retorno dos refugiados. Uma Comissão Conjunta de Verdade e Reconciliação, composta por palestinos, israelesnses e historiadores internacionais estudará os fatos de 1948 e 1967 e determinará quem foi responsável por cada coisa. O refugiado, individualmente, terá a escolha de 1) repatriação para o Estado da Palestina; 2) permanência onde estiver agora, com compensação generosa; 3) retorno e reassentamento em Israel; 4) migração a outro país, com compensação generosa. O número de refugiados que retornarão ao território de Israel será fixado por acordo mútuo, entendendo-se que não se fará nada para materialmente alterar a composição demográfica da população de Israel. As polpuldas verbas necessárias para a implementação desta solução devem ser fornecidas pela comunidade internacional, no interesse da paz planetária. Isto economizaria muito do dinheiro gasto hoje militarmente e a partir de presentes dos EUA.
f) A Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza constituirão uma unidade nacional. Um vínculo extra-territorial (estrada, trilho, túnel ou ponte) ligará a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.
g) Israel e Síria assinarão um acordo de paz. Israel recuará até a linha de 1967 e todos os assentamentos colonizadores das Colinas de Golã serão desmantelados. A Síria interromperá todas as atividades anti-Israel, conduzidas direta ou vicariamente. Os dois lados estabelecerão relações normais.
h) De acordo com a Iniciativa Saudita de Paz, todos os membros da Liga Árabe reconhecerão Israel, e terão com Israel relações normais. Poder-se-á considerar conversações sobre uma futura União do Oriente Médio, no modelo da União Européia, possivelmente incluindo a Turquia e o Irã.
14)A unidade palestina é essencial. A paz feita só com um naco da população de nada vale. Os Estados Unidos facilitarão a reconciliação palestina e a unificação das estruturas palestinas. Para isso, os EUA terminarão com o seu boicote ao Hamas (que ganhou as últimas eleições), começarão um diálogo político com o movimento e sugerirão que Israel faça o mesmo. Os EUA respeitarão quaisquer resultados de eleições palestinas.
15)O governo dos EUA ajudará o governo de Israel a enfrentar-se com o problema dos assentamentos colonizadores. A partir de agora, os colonos terão um ano para deixar os territórios ocupados e voluntariamente voltar em troca de compensação que lhes permitirá construir seus lares dentro de Israel. Depois disso, todos os assentamentos serão esvaziados, exceto aqueles em quaisquer áreas anexadas a Israel sob o acordo de paz.
16)Eu sugiro ao Sr., como Presidente dos Estados Unidos, que venha a Israel e se dirija ao povo israelense pessoalmente, não só no pódio do parlamento, mas também num comício de massas na Praça Rabin em Tel-Aviv. O Presidente Anwar Sadat, do Egito, veio a Israel em 1977 e, ao se dirigir ao povo de Israel diretamente, mudou em tudo a atitude deles em relação à paz com o Egito. No momento, a maioria dos israelenses se sente insegura, incerta e temerosa de qualquer iniciativa ousada de paz, em parte graças a uma desconfiança de qualquer coisa que venha do lado árabe. A intervenção do Sr., neste momento crítico, poderia, literalmente, fazer milagres, ao criar a base psicológica para a paz.
(esta é uma carta aberta escrita por Uri Avnery, 85 anos, ex-deputado do Knesset, soldado que ajudou a fundar Israel em 1948 e que há décadas milita pela paz. A tradução ao português é de Idelber Avelar. O obrigado pelo envio do link vai ao Daniel do Amálgama. O pedido de divulgação vai a todos os que desejam uma paz duradoura, nos termos já reconhecidos pela comunidade internacional).
Pescado dO Biscoito Fino e a Massa
JUSTIÇA FEITA: DIÁ SERÁ EMPOSSADO DIA 1º!

DIÁ (PT) – o procurador do Estado, Francisco de Assis dos Santos, teve mais uma vitória no embate político para garantir seu mandato, legitimamente concedido pelo povo de Ribeirão Cascalheira nas últimas eleições e vai tomar posse na próxima quinta-feira, 1º de Janeiro de 2009.
Com liminar concedida pelo presidente do TER-MT, desembargador Leônidas Duarte Monteiro, garantiu sua posse.
Acusado injustamente de compra de votos, o companheiro segue na luta para provar a sua inocência, invertendo o ônus da prova, visto uma pessoa claramente ligada à chapa derrotada ter sido “flagrada” comprando voto para o candidato.
Isto tudo ficará claro no final do processo, mas desde já é evitada a enorme injustiça de não ser empossado prefeito eleito de Ribeirão Cascalheira.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS comemoram junto ao prefeito e estarão sempre atentos no desenrolar do processo sempre confiantes na qualidade de nossa Justiça!
Educação - Lula sanciona lei que muda organização dos Cefets

| Reações: |
ENTREVISTA VELHA (ficou melhor com o tempo)
Pescado do Cloaca News
GUERRILHEIROS VIRTU@IS estavam no Paraná nesta época e acompanharam a pérfida campanha estabelecida pelos meios de comunicação contra a reeleição do Companheiro Roberto Requião. Acompanharam também o brilhante discurso de posse - que também deve ser resgatado e colocado para a apreciação do povo brasileiro - para que nosso povo tenha uma dimensão mais clara da torpeza de nossa mídia.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
E viva o presidente!
Cachoeira Salto das Nuvens

A Cachoeira está localizada dentro da Fazenda Cachoeira, do mesmo proprietário, e sempre foi local de visitação, pesca e lazer.A margem virgem ao redor da cachoeira é "reserva florestal espontânea" feita pelo proprietário há 40 anos, visto que sempre foi um preservacionista. No ano de 1996 Tangará da Serra foi agraciada com o selo Verde de Turismo pela Embratur por se portadora de grande potencial turístico, por suas belezas naturais.
Em 1997, a cachoeira Salto das Nuvens tornou-se empreendimento para atender turista, oferecendo infra-estrutura adequada, preocupando-se com o saneamento básico tratado, dentro da categoria ecoturistica ou de charme. Com isso , continuando todo esse difícil e agradável, continuamos trabalhando com cada vez mais vontade de tornar o local voltado a novos projetos , incentivos a educação ambiental , fazendo com que os moradores de toda a região passassem mais a freqüentar o local com eventos , ação voltada a ação social ... Tivemos a honra em 2007 , de receber mais uma vez o selo verde da Embratur, e citados em muitos projetos voltados ao meio ambiente, com enorme orgulho para todos ali que trabalham e amigos clientes que tornam cada vez mais nossos sonhos em realidade.
Obedecendo rigorosamente toda a exigência do Sema quanto á preservação do meio ambiente e possível revitalização do local.O rio que banha as margens do local chama-se Sepotuba - tem nascente própria e desemboca no rio Paraguai. Suas águas são livres de poluição e adequadas para banho.A profundidade máxima do rio atinge 3m, e sua largura varia de 100m, na base d água, até 40m ao longo do leito, segundo dados técnicos.A queda d'água tem 19 m de altura por 100 de largura.A vazão media da água, no período entre a seca e a chuva, é de 73 m3 por segundo.
O ecossistema local abriga uma rica biodiversidade, em função da mata natural preservada e da quantidade e qualidade d'água.A geografia local favorece a existência de espécies de peixes como o Dourado, o Pintado, Caxara, Jaú, Pacu, Piau, Peraputanga entre outros.E sendo local de finalização da subida do rio pelos peixes na época da piracema, segue rigorosas normas de fiscalização pelo Sema.A beleza cênica local é considerada incomparável na região, e o nicho ecológico que a cachoeira abriga é a "menina dos olhos" do Sema.
A arquitetura local se confunde com a natureza, feita em perfeita harmonia com o meio ambiente e preservando a mata quase intacta.Hoje preservação é uma palavra quase que extinta, e o que mais os ambientalistas destacam é a conservação ambiental de um produto turístico.A cachoeira se destaca também pelo seu equilíbrio ambiental, os animais silvestres que ali vivem como (macacos, aves etc), desfrutam de seu habitat natural sem sofrer impactos da aproximação do homem, a vegetação, a flora e a fauna são pontos chaves para que o empreendimento turístico seja conservado para as próximas gerações do homem, garantindo assim a sobrevivência.
A beleza da cachoeira SALTO DAS NUVENS, da flora e a fauna do local é tão exuberante, que por um instante o turista se sente fascinado em tirar um pedacinho desta paisagem e levar para casa, mas nós já avisamos DAQUI NADA SE LEVA, a não ser as inesquecíveis recordações, de momentos maravilhosas vividos aqui.
| Reações: |
A noite mais longa da minha vida
Safa Joudeh, escrevendo da Faixa de Gaza ocupada, no Blog Live from Palestine, 28/12/2008
(Eletronic Intifada, em http://electronicintifada.net/v2/article10065.shtml)
Continuo a informar o que está acontecendo aqui onde estou, na segunda noite dos ataques israelenses por ar (e também pelo mar) contra Gaza.
1h30 AM, noite escura, e meu único desejo é que o sol nasça logo. Há horas, só ouço bombas, em vários pontos da cidade, bombardeio pesado em Gaza, na cidade e no norte da Faixa. É a noite mais longa da minha vida. Na minha área, começaram bombardeando lojas (quase sempre no térreo de prédios privados/familiares residenciais), garagens e depósitos, numa das regiões mais densamente ocupadas da cidade de Gaza, "Askoola."
Há uma hora, bombardearam a Universidade Islâmica. Destruíram o prédio dos laboratórios. Minha casa fica perto da universidade. Ouvimos a primeira bomba, as janelas tremeram, as paredes balançaram e meu coração quase me saiu pela boca. Meus pais, meus irmãos, irmãs e primos e primas (vieram para nossa casa, pq a casa dos meus tios foi destruída no primeiro dia) estávamos tentando dormir um pouco. Todos corremos para o lado da casa que ficava mais longe de onde vinha o barulho das bombas. Hala, minha irmã de 11 anos, ficou paralisada, não conseguia andar. Tive de arrastá-la para a outra sala. Estou com marcas no ombro, de quando Aya, minha prima de 13 anos, agarrou-se em mim e enfiava as unhas no meu ombro, a cada nova explosão. Foram quatro, sempre cada vez mais fortes. Espiei por uma janela. O céu estava pardo, cinza-azulado, só fumaça.
Os navios israelenses estão atacando o único porto de Gaza; começaram há pouco. 15 mísseis explodiram, destruindo pedaços do porto e alguns barcos. Isso não vi: ouvi no rádio. Não se pode saber se é verdade. O que se sabe é que muitas famílias dependem do trabalho no porto e é claro que não representam qualquer ameaça à segurança de Israel. O repórter, pelo rádio, está contando as explosões que ouve. Acho que perdeu a conta quando chegou a seis. Agora mesmo todos ouvimos mais três explosões. "Tenho mais medo do zumbido", disse a minha irmã. Antes de explodir, os mísseis fazem um zumbido e é horrível, porque não se sabe onde vai cair. Quando se ouve a explosão, pelo menos, já se sabe que não caiu em casa. O repórter parou de contar as bombas e disse que o mercado de peixe (vazio, é claro) foi bombardeado.
Ouvimos notícias de que as quatro irmãs da família Balousha foram mortas num ataque à mesquita perto da casa delas, no norte da Faixa de Gaza.
O que mais me incomoda, mais que as bombas, a fumaça, as sirenes e os zumbidos dos mísseis? O eterno, constante, infernal barulho dos helicópteros Apache que sobrevoam a cidade dia e noite sem parar um segundo. Às vezes acho que comecei a 'ouvir vozes', tanto me enlouquece o barulho dos Apache. Acho que, sim, estou ouvindo vozes.
Pescado do Vi o Mundo
GUERRILHEIROS VIRTU@IS se solidarizam com a dor do povo Palestino lembrando as palavras daquele que é o maior ícone latino americano:
"Não creio que sejamos parentes, mas se tremes de indignação frente a uma injustiça, contra qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, então somos companheiros, o que é muito mais importante!"
Ernesto Guevara de la Sierna - Che Guevara
Reflexão!

"Muitos dos fracassos da vida ocorrem com as pessoas que não perceberam quão próximas estavam do sucesso quando desistiram" Thomas Edsom
domingo, 28 de dezembro de 2008
Para presidente da Câmara de Cuiabá o candidato da Página do E é Lúdio Cabral
28/12/2008 - 10:05:00
Quem vai mandar na Câmara de Cuiabá?Riva ou Bosaipo? Wilson ou Maggi? Deucimar ou Lueci?
O jogo do poder, no legislativo municipal, se processa, mais uma vez, de forma evidentemente viciada. Até concentração de vereadores, na véspera da votação, está sendo novamente anunciada.
Será que não haverá o mínimo de dissidência?

Na minha opinião, o PT deveria lançar uma chapa para desafinar o coro dos contentes.
Sim. Lúdio Cabral para presidente. Um voto, uma postura diferenciada.
Pode contar com poucos apoios em plenário. Mas contaria, certamente, com muitos apoios por Cuiabá a fora.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Companheiro Enock, tirou as palavras de nossas bocas! Será, sem dúvida nenhuma, a melhor gestão da câmara de nossa capital de todos os tempos!
Com isso declaramos: O CANDIDATO DOS GUERRILHEIROS VIRTU@IS É O LÚDIO!
sábado, 27 de dezembro de 2008
A DOR DA GENTE SAIU NOS JORNAIS!
Notícia de Jornal
(Luís Reis - Haroldo Barbosa)
Joana de tal, por causa de um tal João
Depois de medicada, retirou-se pro seu lar
Aí a notícia carece de exatidão
O lar não mais existe, ninguém volta ao que acabou
Joana é mais uma mulata triste que errou
Errou na dose
Errou no amor
Joana errou de João
Ninguém notou
Ninguém morou
Na dor que era o seu mal
A dor da gente não sai no jornal
Artigo publicado no site da Terra Magazine
Por Marina Silva
Se Chico Mendes fosse vivo, certamente estaria na internet divulgando suas idéias e pedindo apoio à causa da floresta amazônica e das populações tradicionais e extrativistas que nela vivem. Ele tinha consciência aguda do papel da mídia para o movimento social. Se mais pessoas soubessem o que acontecia lá no Acre, se tivessem oportunidade de conhecer o pensamento dos seringueiros, talvez houvesse mais apoio para evitar que o dano irreversível acontecesse, com a derrubada da floresta.
Na época, a maior parte da imprensa de Rio Branco era muito hostil. Na maioria das vezes, Chico era tratado como intransigente inimigo do progresso, enquanto a situação real mostrava acelerada destruição ambiental e o deslocamento massivo de trabalhadores extrativistas para a periferia das cidades.
Chico procurava jornalistas que poderiam ter abertura para divulgar nosso lado, entender a resistência à motoserra, sensibilizar pessoas do Acre e de fora. Visitava redações, escrevia cartas e as levava pessoalmente. Eu achava aquilo muito constrangedor e me doía quando os jornais soltavam notinhas tripudiando.
No final de 1988 me preparava para ir a São Paulo tentar um tratamento contra a hepatite B. Antes de viajar, passei alguns dias em Xapuri, hospedada na casa do Chico, como sempre fazia quando estava lá. Ainda me emociono quando penso na nossa relação de amizade, confiança e fraternidade. Naquela casa tão pequena, de um único quarto, eu era abrigada num colchonete no chão, junto das crianças, ao lado da cama de Chico e de Ilzamar. Na maioria das vezes, na verdade, quem ia para o chão era o Chico e eu e Ilza ganhávamos o conforto da cama.
Na minha partida para Rio Branco, de onde seguiria para São Paulo, ele foi me acompanhar até a rodoviária. Fomos caminhando pela rua e puxou uma conversa triste e angustiante: "Desta vez não tem mais jeito. Acho que os cabras vão me pegar". Tentei achar uma saída: "Por que você não fala com o pessoal lá de Rio Branco pra denunciar nos jornais?". Ele respondeu de uma tal forma que me fez perceber o quanto estava desanimado e encurralado: "Não adianta, eles dizem que estou me fazendo de vítima, que quero posar de mártir pra me promover. Tem até jornalista que faz piada". Continuamos andando num silêncio que nenhum dos dois sabia como romper. Senti que ele estava perdendo as esperanças na insistente militância para dar visibilidade ao movimento seringueiro e buscar aliados.
Fora do Acre tínhamos algum oxigênio. Os amigos ambientalistas e admiradores do Chico denunciavam, acionavam as autoridades federais, mas no estado o ambiente institucional era de violência e desmando, misturado a interesses que viam a derrubada da floresta e sua transformação em pastos e fazendas como a forma mais rápida de lucrar com a "colonização" da Amazônia.
Cheguei a São Paulo, fiquei na casa de parentes, em Ribeirão Pires. No dia 22 de dezembro de 88, fui à primeira consulta com o naturopata Adauto Vilhena e saí bem animada. Às dez da noite, o Gilson, primo de meu marido Fábio, ligou de Rio Branco: "Marina, fica calma". Eu respondi: "Mataram o Chico Mendes". Ele perguntou: "Como é que você sabe?". Desliguei o telefone porque não conseguia dizer mais nada.
Fábio e eu demoramos a conseguir dinheiro para as passagens de volta, mas ainda chegamos a tempo de assistir a missa de sétimo dia. A notícia tinha saído na primeira página do New York Times e o colunista Tom Wicker dissera que os tiros que mataram o Chico eram "disparos contra toda a humanidade". Só então a mídia brasileira despertou para a importância do fato e para o significado daquele seringueiro e de sua luta. Os telefones do PT e do sindicato não paravam de tocar. Eram jornalistas do país inteiro - além da mídia estrangeira - querendo informações sobre o Chico. Tudo se passou como um movimento especular. Só quando nos vimos refletidos no espelho do mundo desenvolvido é que reconhecemos quem nos era de enorme valor.
Se não tivesse saído no New York Times, se não tivesse chegado a Rio Branco uma comissão de parlamentares americanos liderada por Al Gore, para se solidarizar com o movimento seringueiro e a família de Chico, talvez a morte dele tivesse sido apenas mais uma no rol dos assassinatos de lideranças de movimentos sociais que eram - e continuam sendo - rotina sinistra na Amazônia. No próprio Acre, Wilson Pinheiro, a maior liderança extrativista antes de Chico, também foi assassinado. E assim como ele, Ivair Higino, Calado, Elias, e tantos outros.
Com Chico foi diferente talvez por circunstâncias históricas, mas muito porque ele tinha um jeito único de entender o movimento. Sempre como ponte para uma aliança, sempre como forma de atrair diferentes pensamentos e experiências, desde que convergissem no essencial, nos valores. Nisso, foi além de seu tempo. De homem simples, introspectivo, pensativo, transformou-se numa referência impregnada em tudo o que aconteceu depois em termos da relação da sociedade com a proteção ambiental e do significado da Amazônia e de seus povos para o Brasil e para o mundo.
É incrível como temos dificuldade de reconhecer nossos próprios tesouros até que alguém nos diga: "isso não é pedra, é ouro." Primeiro um olho externo vê e nós nos vemos através dele. O bom é que, 20 anos depois, parece que temos nossas próprias lentes sobre a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica e todos os nossos biomas. Respeitamos mais as populações tradicionais, temos mais convicção sobre a importância do Brasil e sabemos que somos uma potência ambiental. Não é o suficiente para revertermos distorções históricas, mas já é um bom começo.
E Chico Mendes antecipou essa visão ao perceber que, na Amazônia, o caminho correto estava na junção da luta por uma sociedade mais justa com a defesa do meio ambiente e do uso respeitoso dos recursos naturais. Ele conseguiu viver e sintetizar dois mundos que naquela época pareciam ter pouco a ver um com o outro: o do movimento social de esquerda, focado na luta sindical pela reforma agrária, e o do ambientalismo, com sua visão global de processos ecológicos e de proteção dos ecossistemas.
O Chico foi apropriado pela sua causa, assim como Luther King, Gandhi, Mandela o foram pelas suas. E todos tiveram em comum a capacidade de escancarar novas maneiras de ser e de agir, projetando o futuro na prática. Acredito em valores morais e universais e também que eles são objeto de descoberta tanto quanto as fórmulas científicas. Só que são descobertos em nosso coração em primeiro lugar, depois vêm para a razão.
As pessoas que fazem a diferença no mundo são aquelas que se orientam pelo coração e por valores, não aquelas que simplesmente fazem coisas. Sem isso, ninguém suportaria trinta e tantos anos em uma cadeia, como o Mandela, e sairia de lá íntegro, pronto para retomar a sua luta. E certamente também foi por algo muito maior que Chico Mendes recusou o convite para refugiar-se nos Estados Unidos como forma de se proteger das ameaças de morte. Ele respondeu que seu lugar era "com os companheiros".
Os assassinos de Chico Mendes pretendiam desconstituir o movimento social, dar o tiro de misericórdia na resistência dos seringueiros, acabar com as incipientes tentativas de proteger a integridade da floresta. Não deu certo. Vinte anos depois, Chico continua "com os companheiros", que carregam em si os ensinamentos e os valores do seu grande líder e os espalham por onde passam, nas suas ações, na suas vidas, nos seus sonhos.
Fotos pescadas na rede
| Reações: |
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
A maior injustiça de 2008
Muitas foram as covardias e injustiças praticadas neste nosso Brasil no ano de 2008, em vários segmentos, mas o poder judiciário bateu o recorde de arbitrariedade nos julgamentos que promoveu, deixando muita gente indignada.
Citarei algumas e no final, a que considero como sendo a maior injustiça do ano, e que por isso ainda falta muito para perdermos a pecha de o País da impunidade.
Tivemos os vergonhosos Habeas Corpus concedidos pelo chefe do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ao mega-bandido Daniel Dantas, que continua gozando o privilegio da liberdade mesmo tendo sido condenado a 10 anos de prisão por corrupção ativa no processo sobre a tentativa de suborno a um delegado da Polícia Federal, além de multas que totalizam R$ 14 milhões. A sentença foi dada pelo juiz Fausto Martin De Sanctis, depois de ter sido humilhado e ameaçado de processo pelo defensor de dantas, o Santo Gilmar Mendes.
Depois veio o julgamento e absolvição do promotor que assassinou um jovem no Rio de Janeiro, alegando legitima defesa, mesmo testemunhas que estavam no local terem dito que se tratou de uma execução.
Tivemos a absolvição dos dois pilotos americanos que causaram a morte de centenas de pessoas ao derrubar um avião da Gol, em 2005, depois de ter desligado um equipamento que, segundo gravações, não sabiam para que servia.
Mas a meu ver, a absolvição dos mandantes do assassinato da missionária Dorothy Stang foi, sem dúvida, o pior de todos, me dando uma impressão de horror, ao saber que estamos nas mãos de uma justiça corrompida, que privilegia bandidos assassinos deixando-os livres enquanto a alma do que tombaram covardemente clamam por justiça.
Como prêmio de consolação, durante as comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a UNU premiou missionária Dorothy Stang pela sua luta em favor dos injustiçados. A missionária sendo ameaçada pelos mandantes, pediu proteção policial. Não conseguiu nem a proteção e nem depois do sacrificio, que a justiça fosse feita.
Sempre foi assim naquela região, abrangendo inclusive uma parte do Maranhão, onde a presença do Estado é quase nula, e a justiça é chamada pelo nome de propina.
| Reações: |
PT desvenda os truques do governo Yeda


Para fechar o ano, a bancada do PT na Assembléia Legislativa apresentou o seu balanço político de 2008. Em 12 páginas, ilustradas com motivos circenses, os petistas oferecem ao público uma análise dos principais fatos que marcaram a administração tucana em 2008. Além disso, o material traz as impressões de cada um dos dez deputados petistas sobre a conjuntura local e uma pequena seleção de realizações do governo Lula no Rio Grande do Sul. Assinala, ainda, as alternativas apresentadas pela bancada para enfrentar os problemas do Estado. “Como é de praxe, estamos apresentando uma prestação de contas do nosso trabalho legislativo, voltado para a fiscalização das ações do governo, mas sem abrir mão de apontar alternativas para resolver os problemas do Estado”, frisou o líder da bancada do PT, Raul Pont.
Intitulado “Os Truques do Governo Yeda”, o boletim aborda de forma crítica temas como o déficit zero, a corrupção, a instabilidade política, a incapacidade de diálogo da governadora e a tentativa do Executivo de prorrogar os contratos de pedágios por mais 15 anos. A intenção do PT é desmistificar as versões e fatos criados pelo Palácio Piratini, apresentando o outro lado da história. No capítulo chamado “O truque do déficit zero”, por exemplo, os petistas demonstram que o equilíbrio das contas públicas só ocorre no papel e, mesmo assim, porque o Executivo não aplica os percentuais mínimos da receita exigidos pela Constituição na saúde e na educação. Já no capítulo “O truque para transferir dinheiro público para o setor privado”, há um levantamento das irregularidades verificadas na gestão do Detran, Daer, Procergs e Corsan.
Mesa diretora
No almoço com a imprensa em que a bancada apresentou o balanço, o deputado Ivar Pavan (PT) falou sobre seus planos para a presidência da Assembléia Legislativa em 2009. O deputado, que será o primeiro petista a dirigir o parlamento gaúcho, disse que sua gestão terá como principal eixo a valorização da Assembléia Legislativa como espaço de interlocução com a sociedade. “Pretendemos valorizar e potencializar os instrumentos já existentes, como o Fórum Democrático e as comissões temáticas, fortalecendo o papel de mediação do parlamento e atuando não apenas na macro-política, mas na busca de soluções para problemas imediatos”, assinalou Pavan.
Pont anunciou, ainda, que em 2009 o liderança da bancada do PT será exercida pelo colega Elvino Bohn Gass. A liderança partidária, hoje a cargo do deputado Daniel Bordingnon, passará para Ronaldo Zulke. O deputado Fabiano Pereira irá assumir a presidência da Comissão de Serviços Públicos, substituindo a deputada Stela Farias, que está no comando da instância desde o início da atual legislatura. Já o deputado Dionilso Marcon (PT) irá presidir a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos no próximo ano. (Por Olga Arnt, do sítio PTSul)
| Reações: |
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
ENTÃO É NATAL!
O que está acontecendo??? diriam os arautos da crise, o que este povo acha que está fazendo, consumindo assim completamente no reverso de nossas previsões?

Este povo é burro mesmo, não enxergam a estupenda oportunidade de afundar por vez a popularidade deste presidente...
Nada como uma crise para tirar deste apedeuta - e de seu povo apedeuta - este sorriso que não para de crescer em seus lábios.
Assim este cara ainda vai eleger seu sucessor, apesar de nossos esforços para emplacar nosso "presidente eleito" em 2010!
PAREM DE CONSUMIR - grita a leitoa do PIG. Preparem-se para o pior, retrucam os tratembergs da vida...
Enquanto isto, vai ao horário nobre de nossas TVs, o incauto presidente e prega em alto e bom som: DENTRO DO POSSÍVEL, CONSUMAM! A RECESSÃO ATINGIRÁ O SEU PRÓPRIO EMPREGO SE VCs FICAREM APOSTANDO NA CRISE!
E o povo enche as ruas de comércio popular, enche os shoppings e, acreditando no presidente que sabe falar sua língua, que eles tem orgulho, que como eles veio da pobreza e os conduz a um patamar mais digno de vida, fazem a alegria do natal para seus familiares e continuam a fazer rodar a roda de nossa economia, mantendo empregos, mantendo o crescimento de nossas esperanças e, para desespero do PIG - mantendo afastada mais uma vez a crise de nosso país
Que coisa, será que não sabem que tirar da empresa pública e enterrar na 'privada' é o que enriquece os 'escolhidos'?
Vejam o exemplo da "matriz". lá tomaram o excelente exemplo do PROER e jogam bilhões de dólares nos bolsos dos especuladores...
Enquanto isto por aqui, uma renúncia fiscal nunca dantes vista atingindo diretamente o bolso das classes pobres e média.
Mas não publicaremos isto não, apesar de termos batido dioturnamente nesta tecla, de que o imposto no Brasil é abusivo, não traçaremos linha sequer sobre este que é o maior aporte de dinheiro visto em todos os tempos.
Tá certo, não foi para os 'iluminados', foi assim - a granel - para que toda a população possa usufruir...

E, os teóricos capitalistas, sempre falaram que em tempos de crise é onde surgem as maiores possibilidades de alguns privilegiados se locupretarem da mesma crise - enricando com a desgraça alheia.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS, ao contrário dos catastrofistas, tem a certeza que estamos indo muito bem!
Continue assim, presidente, seu povo saberá que estamos no caminho correto e continuará nos livrando da recessão com sua disposição para o trabalho e com seu consumo consciente e que lhes traz uma condição de vida que nunca dantes lhe foi permitida.
E se comprometa conosco, presidente, ELEJA A PESSOA QUE O SUCEDERÁ!
Tucanalhas, nunca mais!
Vendilhões, nunca mais!
Privatistas, nunca mais!
Precisamos de Lula no Conselho de Segurança da ONU, afirma Sarkozy no Rio

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, defendeu hoje (22) o assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) e de medidas de proteção ao meio ambiente, em especial para a Amazônia.
“Precisamos do presidente Lula terminantemente no Conselho de Segurança e precisamos dele também para preservar os desequilíbrios do meio ambiente”, disse durante discurso a empresários franceses e brasileiros, no Rio.
O chefe de estado francês, que faz uma visita de dois dias a capital fluminense, também defendeu o fim do protecionismo, além de investimentos em infra-estrutura e tecnologia para superar a crise financeira mundial.
“Não há nada pior que o protecionismo. Se os chefes de estado não procuram soluções não podemos nos contentar”, disse Sarkozy. Ainda de acordo com presidente francês, a crise marca a passagem para o século 21 e demonstra que é preciso adotar novos mecanismos de governança mundial. “Não podemos mais aplicar as regras do século passado”, disse.
Como saída para a crise, o presidente da Comissão Européia, que participou do encontro, José Manuel Durão Barroso, também defendeu a regulamentação do mercado financeiro e o fim do protecionismo.
Ele falou sobre as expectativas com a Rodada Doha com o novo presidente dos Estados Unidos e sobre os acordos que substituirão em 2012 o Protocolo de Quioto, que regula as emissões de gases do efeito estufa.
“Esperamos que Barack Obama possa colocar alguma energia para que com outros parceiros consigamos uma solução para Rodada Doha do comércio e desenvolvimento”, acrescentou.
| Reações: |
CRIATIVIDADE
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.
| Reações: |
Vamos surpreender quem não acredita no Brasil, diz Lula a moradores de rua

Durante tradicional encontro de Natal com moradores de rua, realizado na terça-feira (23) em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar que o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise internacional e disse que demitir pessoal, neste momento, é precipitado.
“Nós vamos surpreender aqueles que não acreditam no Brasil”, afirmou o presidente.
Lula recebeu reivindicações de representantes dos moradores de rua e falou sobre os cuidados do governo às classes de renda mais baixa da população.
“Não tem nada mais fácil do que cuidar de pobre, porque com um pouquinho de dinheiro uma mãe vai ao supermercado e compra tudo o que precisa. Mas cuidar de rico é uma desgraça, custa caro”, afirmou, referindo-se aos trilhões de dólares empenhados pelos bancos centrais de todo o mundo para ajudar os bancos afetados pela crise.
“No Brasil, a gente não teve esse problema, não passamos dinheiro para bancos. E se tiver que passar alguma coisa, vamos passar para quem produz e gera emprego. Vamos passar para quem vai produzir um produto e gerar um emprego”, afirmou.
No encontro, moradores de rua reclamaram da burocracia que dificulta o cumprimento de programas voltados a eles e queixaram-se das agressões sofridas pela prefeitura de São Paulo – administrada pelo demo Gilberto Kassab. Entre outras acusações, eles disseram que são atacados com jatos d’água durante a madrugada.
“Eu confesso que eu achava que, em São Paulo, as coisas estavam andando bem, porque eu falei, da outra vez que vim aqui, com o prefeito. E, pelo que estou vendo, as coisas não aconteceram”, lamentou o presidente. E continuou: “É um descalabro as pessoas não respeitarem um ser humano apenas porque ele é pobre”.
Durante tradicional encontro de Natal com moradores de rua, realizado na terça-feira (23) em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar que o Brasil está preparado para enfrentar os efeitos da crise internacional e disse que demitir pessoal, neste momento, é precipitado.
“Nós vamos surpreender aqueles que não acreditam no Brasil”, afirmou o presidente.

Lula recebeu reivindicações de representantes dos moradores de rua e falou sobre os cuidados do governo às classes de renda mais baixa da população.
“Não tem nada mais fácil do que cuidar de pobre, porque com um pouquinho de dinheiro uma mãe vai ao supermercado e compra tudo o que precisa. Mas cuidar de rico é uma desgraça, custa caro”, afirmou, referindo-se aos trilhões de dólares empenhados pelos bancos centrais de todo o mundo para ajudar os bancos afetados pela crise.
“No Brasil, a gente não teve esse problema, não passamos dinheiro para bancos. E se tiver que passar alguma coisa, vamos passar para quem produz e gera emprego. Vamos passar para quem vai produzir um produto e gerar um emprego”, afirmou.

No encontro, moradores de rua reclamaram da burocracia que dificulta o cumprimento de programas voltados a eles e queixaram-se das agressões sofridas pela prefeitura de São Paulo – administrada pelo demo Gilberto Kassab. Entre outras acusações, eles disseram que são atacados com jatos d’água durante a madrugada.
“Eu confesso que eu achava que, em São Paulo, as coisas estavam andando bem, porque eu falei, da outra vez que vim aqui, com o prefeito. E, pelo que estou vendo, as coisas não aconteceram”, lamentou o presidente. E continuou: “É um descalabro as pessoas não respeitarem um ser humano apenas porque ele é pobre”.
| Reações: |
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
SOMOS + BRASIL!!!
FELIZ NATAL!!!!!

O Natal chegou, e neste momento de reflexão e espiritualidade,
devemos elevar o nosso pensamento a Deus,
para que ele nos dê paz e saúde.
Que os sinos de Natal sejam
portadores de alegres esperanças
E que o ano novo renove os nossos sonhos
E fortaleça a nossa fé em construir um mundo melhor
Que nossa amizade,
seja um momento de repouso nas lutas da vida.
Que o Natal esteja vivo em cada dia do ano que se inicia para que possamos juntos viver o amor.
Que juntos possamos, numa só corrente de luz,trazer boas vibrações a esse mundo cercado de violência e transformá-lo num universo de paz.
Desejamos um Natal repleto de amor e paz
e que 2009 seja um ano de intensas realizações.
| Reações: |
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
"Intelectuais" do povão avaliam pesquisas
O primeiro entrevistado é o Roniquito, maquinista e criador da polemica frase "o homem que não bebe, salvo prescrição médica, desconfie dele...vide FHC":-"Bem, a principal razão para esse estrondoso massacre de popularidade reside no fato de que o nosso presidente conhece o Brasil como nenhum outro brasileiro, conhece o seu povo, os seus problemas, as suas angústias e principalmente os seus endereços. Sabe exatamente porque um cidadão às vezes "bebe" de alegria e outras vezes de tristeza ou agonia. Que outro político em toda a história teve o destino, a vontade e a coragem de visitar pessoalmente cada cidade, cada rincão desse país ? Da favela ao palácio, da Casa Grande à Senzala, do mais humilde trabalhador até o mais bem sucedido empresário? Lula, que veio da fome e da seca é o único político brasileiro que sempre soube de fato o que tinha e o que ainda tem que ser feito para melhorar a vida de quem precisa, isto é, da sua gente, o resto é "diarréia".

O segundo entrevistado é o Zé Ruela, trabalhador comum, artista e malabarista da vida:
-"Não se pode nunca duvidar da sabedoria popular, pra quem vivia de "bico" a vida inteira e chegava em casa e via a mulher e os filhos sofrendo e agora em pouco tempo poder ter uma carteira assinada, comprar uma casinha e ver todos felizes e ainda aproveitando as oportunidades oferecidas e o orgulho de poder até matricula-los até numa faculdade pelo Pro-Uni e de graça, quer que eu diga o que desse Presidente? Sem contar que se formos comparar com os governos anteriores que destruiram a nossa auto-estima, que venderam tudo nesse país sem nos consultarem, que entregaram tudo que tínhamos para os lá de fora, que é o mesmo que se voce ter os filhos passando fome dentro de casa, pega toda a comida e dá para o vizinho que está bem de vida, foi o que fizeram até que o Presidente Lula veio e olhou primeiro para os seus e depois para os outros. Isso é que é governar para o povo !!!"
O terceiro entrevistado é o Zé Raimundo, curandeiro, rezadô e despachante de mal olhado:
-"Esse Lula tem o corpo e o coração fechado com seu povo e é isso que faz dele um "home" predestinado e imunizado contra todos os feitiços, macumbas, "praguejamentos", encostos, desgraceiras e coisa feita que a "Tribo dos Sifú" tem lhe mandado desde que ele assumiu. O Presidente Lula é inteligente, sabido e conhece muito bem cada politico picareta e cada jornalista safado que tem por aqui. Com ele é assim "do jeito que vier, vórta !!!" então daqui pra frente se vierem fazer algum outro "trabaio" pra assustar esse povo, tomem cuidado pois tá tudo amarrado, é nois e mais o Presidente contra eles, que venha 2010."
Eu como "Picador de Bilhetes de viajens" do PTrem das Treze faço minhas as sábias palavras do povo e também as do Deputado Estadual Rui Falcão do PT de São Paulo:
"Mas convém lembrar que o governo Lula somente pôde restabelecer as diretrizes de política econômica de inspiração na justiça social porque contou com o apoio da participação popular. Na ausência da participação popular, o risco de retrocesso estará sempre presente, daí a necessidade de nos mantermos vigilantes."
Pescado do blog o PTrem das Treze
Bolívia, de Evo Morales, é o terceiro pais da América Latina livre do analfabetismo

MARCO HISTÓRICO
Bolívia é o 3° país da América Latina livre de analfabetismo
Depois de Cuba e Venezuela, a Bolívia tornou-se, dia 20 de dezembro, área livre de analfabetismo. Mais de 819 mil pessoas foram alfabetizadas em um universo de 824.101 analfabetos detectados. Mobilização envolveu trabalho de 130 assessores cubanos e 47 venezuelanos que capacitaram técnicos bolivianos na aplicação do método audiovisual cubano "Yo sí puedo". Programa Nacional de Alfabetização teve um custo estimado de 36,7 milhões de dólares.
Rosa Rojas - La Jornada
La Paz – Com três anos de formidável mobilização social, somada à vontade política de um indígena que queria ser presidente para alfabetizar a Bolívia e à solidariedade dos governos e povos de Cuba e Venezuela, se logrou a proeza: neste sábado, 20 de dezembro, o segundo país pobre da América depois do Haiti foi declarado área livre de analfabetismo. A Bolívia converteu-se, assim, no terceiro país que conseguiu vencer o analfabetismo na América Latina, depois de Cuba, em 1961, e da Venezuela, com apoio cubano, em 2005. Os números: 819.417 pessoas alfabetizadas em um universo de 824.101 analfabetos detectados (99,5%); 28.424 pontos de alfabetização criados nos nove departamentos da Bolívia; 130 assessores cubanos e 47 venezuelanos que capacitaram 46.457 facilitadores e 4.810 supervisores bolivianos na aplicação do método audiovisual cubano “Yo sí puedo”.
E algo mais: aqui o analfabetismo tinha “cara de mulher”, dado que mais de 85% dos alfabetizados eram do gênero feminino, explicou à La Jornada o embaixador cubano na Bolívia, Rafael Dausá. As mulheres também eram a maioria de um grupo ruidoso que, às sete da manhã de um domingo, na comunidade de Quila Quila, departamento de Chuquisaca, compareceu para sua aula de alfabetização no local instalado junto ao museu paleontológico construído pelos membros da comunidade para albergar os restos de animais pré-históricos encontrados no lugar. Ali, dona Juana, de uns 70 anos, segurava seu lápis com o punho cerrado enquanto murmurava angustiada “não vou conseguir”. Ao final da primeira meia hora em frente ao televisor olhando o “Yo sí puedo” com a ajuda de um facilitador, ela sorria enquanto se esforçava para desenhar sua primeira linha de redondos “os”.
Um painel solar dava energia à televisão e ao aparelho de vídeo-cassete utilizado para dar as aulas nessa comunidade. Cuba doou para o Programa Nacional de Alfabetização da Bolívia (PNA) 30 mil televisores e uma igual quantidade de aparelhos de vídeo, 1,2 milhão de cartilhas, os correspondentes jogos das 17 fitas do método audiovisual e os manuais para os facilitadores. Cubanos e venezuelanos doaram também 8.350 painéis solares para outras comunidades carentes de energia elétrica na intrincada geografia boliviana, salpicada de povos marginalizados. O embaixador Rafael Dausá nunca falou de dinheiro. Quem deu as cifras foi o ministro de Educação boliviano, Rafael Aguilar, que informou que o PNA teve um custo de 260 milhões de bolivianos, ou seja, um valor equivalente a cerca de 36,7 milhões de dólares.
Esse dado, porém, não quantifica a energia, a solidariedade, a vontade de aprender, o esforço continuado, as caminhadas de horas e horas para chegar a uma comunidade e assistir aulas depois de uma árdua jornada no campo, de um dia de vendas no mercado ou na rua, uma longa manhã ou tarde engraxando sapatos ou depois do dificultoso exercício de serviços sexuais. Tampouco quantifica a dedicação e o carinho desses assessores cubanos e venezuelanos que deixaram seu país, seu lugar, sua família, por dois anos para colaborar na missão de eliminar o analfabetismo. É um trabalho que, na Bolívia, significou “uma experiência dura, mas muito linda”, nas palavras da assessora cubana Maribel Romagosa, que exigiram enfrentar condições – como o clima frio e a altitude – totalmente diferentes das encontradas em Cuba.
A tarefa não esteve isenta de problemas. Algumas autoridades municipais não cooperavam com o transporte para mobilizar as comunidades mais afastadas. Alguns diretores de unidades educacionais ou de serviço social se negavam a emprestar um local para as aulas, segundo o facilitador Joaquín Calle. Além disso, alguns dos alfabetizados aprenderam escassamente a assinar seu nome e a reconhecer algumas letras, como se pode comprovar com egressos do curso. As profissionais do sexo que oferecem seus serviços em uma praça pública de La Paz não puderam assistir aulas com o tradicional equipamento de televisão e vídeo-cassete. Calle, que trabalhou com elas, relatou que elas assistiam as aulas sob um pórtico, “onde o equipamento poderia ser roubado”. Nesse lugar, sentadas no chão, conversamos com cinco delas que se ufanavam de já saber ler, escrever e assinar seu nome.
Uma história de marginalização e de exclusão por detrás de cada analfabeto. Uma epopéia pessoal e coletiva de vontade e dignidade por detrás de cada uma e cada um que recebeu seu diploma ao graduar-se no “Yo sí puedo” em cerimônias encabeçadas pelo diretor da escola, do asilo de idosos, do líder do mercado, onde se ministraram os cursos, ou do presidente boliviano Evo Morales, que assistiu a dezenas dessas cerimônias portando invariavelmente o colar de flores, frutas ou pães que colocam em seu pescoço e o punhado de confetes que jogavam em seu cabelo cada vez que assisti às festas de conclusão das aulas. Cerimônias que, geralmente, foram silenciadas pelos meios de comunicação bolivianos que apenas ocasionalmente as registravam, mas destacando uma declaração controversa do presidente.
Como iniciou o PNA? Dausá explicou que em uma conversa entre o então presidente eleito da Bolívia e o ainda presidente Fidel Castro, no dia 29 de dezembro de 2005, eles falaram de uma nova etapa que se abria no país andino e firmaram um documento com uma série de acordos para apoios em matéria de saúde e educação, nos quais se estabelecia especificamente o apoio que Havana daria a Bolívia para implementar o PNA. Menos de dois meses depois, na segunda metade de fevereiro de 2006, chegaram os primeiros assessores cubanos da campanha e os cursos foram inaugurados em Camiri, departamento de Santa Cruz, no dia 1° de março. Em 1° de junho se fez a primeira graduação em Cochabamba. Agora, no dia 20 de dezembro de 2008, a Bolívia é declarada “livre de analfabetismo como fenômeno social”, indicou o diplomata.
Não pode haver analfabetismo zero, porque sempre há alguma pessoa incapacitada que não pode ou alguma pessoa que não quer aprender a ler e escrever. Os padrões reconhecidos pela Organização das Nações Unidas estão em torno de 3,9 ou 4%; se existe uma cifra como essa ou menor, considera-se um país livre de analfabetismo como fenômeno social. O índice cubano é de aproximadamente 0,7%, diz Rafael Dausá. Com o método “Yo sí puedo” já foram alfabetizadas mais de 3 milhões de pessoas no mundo. Atualmente, esse método está sendo implementado em 28 países, incluindo o México, com o apoio de assessores cubanos. Para atingir esses resultados, o programa foi adaptado em mais de 16 versões, porque não é a mesma coisa alfabetizar alguém no Haiti do que o fazê-lo na Venezuela ou na Bolívia.
Assim, um grupo de bolivianos foi a Cuba para gravar o método em espanhol, em quechua e em aymara. A expectativa era alfabetizar 200 mil pessoas em quechua (só se conseguiu fazê-lo com 24 mil) e 300 mil em aymara (mas unicamente 30 mil solicitaram alfabetização neste idioma). A grande maioria preferiu o espanhol, explicou o diretor nacional de Alfabetização, Benito Ayma. “Antes, falar aymara e quechua era muito mais difícil, porque até para os jovens era uma vergonha falar em sua própria língua; este é um processo que tem que mudar; o governo do povo encabeçado por Evo tem apenas três anos, mas ainda há uma dívida histórica”, assinalou Ayma. Além disso, detalhou, foram entregues 200 mil óculos aos participantes do Programa Nacional de Alfabetização que apresentaram problemas de visão.
Rafael Dausá e Benito Ayma anunciaram que uma segunda etapa, a da pós-alfabetização, será iniciada em fevereiro de 2009 com o programa “Yo sí puedo seguir” para a implementação do ciclo básico (primário), com um período de dois ou três anos, com conteúdos de espanhol, matemática, geografia, história e ciências. “Acredito francamente que estamos a ponto de realizar uma tarefa muito importante na Bolívia, e temos trabalhado nisso com grande seriedade, sobretudo sabendo que sempre vamos enfrentar muitos críticos que jamais fizeram alguma coisa até hoje para alfabetizar o povo da Bolívia, mas que, diante de uma tarefa tão importante como esta, tratarão de questionar os resultados”, comentou Dausá.
Tradução: Katarina Peixoto
Fonte Agencia Carta Maior
| Reações: |
NÃO DÁ PARA NÃO POSTAR!!!
Em 29 de novembro deste ano, no post ” Lula subestima a mídia”, escrevi o seguinte:
“Penso que Lula – e só ele – deveria reagir. Neste momento, ele deveria mandar um recado claro à sociedade de que tem gente torcendo pela crise e de que os avisos da mídia para que as pessoas parem de consumir poderão prejudicar o país.”
Naquele momento, já estava a todo vapor uma campanha da mídia para pôr o Brasil em recessão junto com o resto do mundo ao estimular as pessoas a fazerem o contrário do que economistas e países do mundo inteiro estão pregando, que os povos deste planeta consumam, comprem, para evitar uma depressão mundial. E via-se, na mesma mídia, uma tentativa de responsabilizar o presidente da República pela catástrofe em Santa Catarina.
Ontem, o presidente finalmente fez o que eu vinha pregando faz tempo: usou sua prerrogativa de convocar rede nacional de rádio e tevê para dizer exatamente o oposto do que diz a mídia, ou seja, que não entraremos em recessão, que cresceremos 4% (pelo menos) no ano que vem, e não se limitou a afirmar que somos talvez o país que melhor resistirá à crise e a mostrar os excelentes números da economia: pediu às pessoas que não parem de consumir “com responsabilidade”, pois, se não consumirem, elas mesmas ajudarão o país a entrar em recessão.
A liderança indiscutível de Lula, sua agenda estonteantemente cheia, seu protagonismo como líder da nação ao tranqüilizar a sociedade e ao propor caminhos e medidas corajosas (governo federal já investiu mais de 300 bilhões de reais) contra a crise é o que está fazendo a sociedade, sentindo-se amparada pelo presidente, por larga maioria recusar-se a parar de consumir, lotando ruas de comércio e shoppings, esgotando desde os produtos mais baratos até os mais caros.
Foi oportuno, eu diria mesmo que foi providencial o pronunciamento de Lula. A campanha da mídia contra o que dez entre dez economistas pregam, que as pessoas não parem de consumir, está, como eu já disse, a todo vapor. As tevês e jornais não param de noticiar desgraças e previsões pessimistas, e escolhendo estatísticas que lhes interessam, as que desanimam e assustam as pessoas.
Não foi por outra razão que o Jornal da Globo não noticiou o pronunciamento do chefe da nação ou que a Folha de São Paulo tenha dado manchete só para os números do Caged sobre o desemprego, números que levaram em conta só o emprego formal e que mostraram criação menor de vagas em novembro, e escondido os números do Dieese, que mostraram o menor desemprego em uma década no Brasil.
A mídia se dedica o tempo inteiro até a tentar transformar a explosão do consumo de Natal neste fim de ano em notícia negativa. A colunista da Folha Eliane Cantanhêde, por exemplo, diz hoje em sua coluna que, apesar das cenas impressionantes das multidões que estão indo as compras, “as sacolas [de compras] estão mais vazias”. Realmente o método da jornalista para aferir o humor do consumidor é bem “científico”, vocês não acham?
Bem, mas tudo isso, esse comportamento absurdo da mídia, tem uma “razão” de ser: o consumo neste mês será primordial para determinar o crescimento da economia no quarto trimestre de 2008. Como a imprensa golpista vem privilegiando previsões de que esse crescimento cairá fortemente neste fim de ano, trabalha diuturnamente para assustar a população a fim de que ela não compre.
O que acontece, é o seguinte: se o quarto trimestre de 2008 não tiver recessão, ficará mais distante a ambição da oposição e da mídia de poderem proclamar, ao fim do primeiro trimestre do ano que entra, que o Brasil estará em recessão, caso esse primeiro trimestre também seja de queda do ritmo da economia.
O que se espera, no entanto, é que o presidente, tanto quanto a mídia, não pare de pregar sobre a crise, só que em sentido oposto, pois é no monumental mercado interno brasileiro que se encontra a salvação da lavoura nacional. O fato de este país ter pouco comércio exterior e muito mercado interno explica por que não entramos em crise como o resto do mundo.
Estamos numa encruzilhada. O que acontecer no Brasil neste momento determinará o que acontecerá por aqui no ano que vem. Contudo, o que as últimas pesquisas de opinião sobre a popularidade de Lula e sobre as expectativas da sociedade revelam é que os brasileiros estão dando um voto de confiança ao presidente da República, até por suas promessas terem sido cumpridas até aqui.
Contudo, Lula precisa entender que não pode parar de falar contra a crise um só minuto, pois a mídia não pára de falar a favor dela. Mas agora estou mais confiante em que o presidente sabe disso, que ele entende que precisa travar o debate político e sinalizar à sociedade como ela pode colaborar consigo mesma. Se o presidente se mantiver nesse rumo, o Brasil derrotará de novo os facínoras da imprensa golpista.
Escrito por Eduardo Guimarães do Blog Cidadania.com
Chefia e Liderança
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês".
"Eu primeiro, eu primeiro." grita um dos funcionários.
"Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puf! e ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
"Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de cervejas geladas!" Puf e ele se foi.
"Agora você" diz o gênio para o gerente.
"Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço." - diz o gerente.
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro .
| Reações: |
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Brasil está preparado e tem comando para enfrentar a crise, diz Lula à nação

Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, na noite desta segunda-feia (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a crise internacional não assusta o Brasil. Ele reafirmou que o país está preparado para enfrentar as turbulências e vai continuar crescendo no próximo ano.
"Quero dizer, com toda a serenidade, que a crise não nos assusta. O país está preparado e tem comando. Seguiremos acompanhando com lupa a situação da economia, 24 horas por dia. O que tiver que ser feito será feito. No tempo certo e na dose adequada. E sempre dialogando com o país", disse na mensagem de Natal, que durou oito minutos.
Clique aqui para ler a íntegra do pronunciamento e aqui para ouvir
Lula afirmou que o conjunto de políticas públicas adotadas por seu governo nos últimos seis anos foram fundamentais para preparar o Brasil – como o controle da inflação, a redução da dívida pública, a diversificação dos produtos de exportação, o crescimento das reservas internacionais para US$ 201 bilhões, o aumento no número de empregos com carteira assinada, a criação de um mercado interno de consumo e a quitação das dívidas com FMI e Clube de Paris.
O presidente também lembrou as medidas adotadas nas últimas semanas, como a redução de impostos para estimular o consumo, o reforço no caixa dos bancos estatais e os estímulos ao setor produtivo.
"Esses avanços estão permitindo ao Brasil enfrentar com firmeza e serenidade o atual momento", garantiu Lula.
O presidente voltou a responsabilizar os países ricos pelo crise financeira mundial.
"Esta crise, que afeta todo o mundo, foi provocada pela falta de controle do sistema financeiro nos países mais ricos. Em vez de cumprirem seu papel na economia, financiando o setor produtivo, os bancos viraram um grande cassino. A jogatina foi longe, mas, um dia, a conta chegou. Bancos quebraram, um grande número de empresas entrou em dificuldades, e milhões de trabalhadores perderam suas casas ou seus empregos", disse o presidente da República.
"Aqui no Brasil não tivemos este tipo de crise. Nosso sistema bancário estava e está saudável. Nossa economia, arrumada e organizada vem crescendo a taxas robustas, as maiores dos últimos 30 anos", garantiu Lula em seu pronunciamento à Nação.
O presidente voltou a pedir que o brasileiro compre para que a "roda da economia" continue girando. Ele afirmou que, ao consumir, o cidadão garante a produção da indústria, as vendas no comércio e a manutenção de empregos.
"Não tenha medo de consumir com responsabilidade. Se você está com dívidas, procure antes equilibrar seu orçamento. Mas, se tem um dinheirinho no bolso ou recebeu o 13º e está querendo comprar uma geladeira, um fogão ou trocar de carro, não frustre seu sonho, com medo do futuro", disse Lula.![]()
"Quando você e sua família compram um bem, não estão só realizando um sonho. Estão também contribuindo para manter a roda da economia girando. E isso é bom para todos", acrescentou.
Lula fez ainda apelo para os empresários seguirem investindo, os trabalhadores defenderem os postos de trabalho e ao setor financeiro que reduza os juros, "que estão muito altos".
Investimento
O presidente garantiu serão mantidos os investimentos do governo. Segundo Lula, não haverá cortes.
"O governo manterá todos os investimentos previstos no PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e nos programas sociais. Em hipótese alguma haverá cortes nos investimentos governamentais. Porque eles são decisivos para o Brasil enfrentar a crise e sair dela mais reforçado", afirmou.
"Posso assegurar que o Brasil não só vencerá a crise, como sairá dela mais forte. Temos todas as condições para isso. Em 2009, vamos começar a explorar as imensas reservas do pré-sal. Com isso, o Brasil passará a ser um dos grandes produtores de petróleo do mundo. Estamos todos no mesmo barco. E, se remarmos juntos na mesma direção, venceremos as turbulências e prosseguiremos na rota do crescimento. Só depende de nós", afirmou Lula
Pescado dO TERROR DO NORDESTE
paraíso do mundo.

Em Poconé, o cervo pantaneiro foge por instinto de sobrevivência, mas hoje ele é uma raridade que os mato-grossenses querem preservar. FOTO: Marcos Vergueiro,
Motivação
Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva.
Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.
Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.
| Reações: |




