A matéria denominada “Um novo recomeço”, publicada em 25 de julho no jornal Zero Hora, fala com uma clareza surpreendente, dos condicionantes a que está submetida Yeda Crusius na propalada reforma do seu secretariado; prevista para o retorno das férias que concedeu ao Rio Grande, essas, infelizmente, ainda não definitivas.Premida pela realidade; sem ter mais como justificar os delitos praticados dentro de seu próprio gabinete e na tentativa desesperada de salvar um governo que já acabou; a Governadora precisa agora achar uma fórmula de trocar as peças de seu tabuleiro carcomido sem ferir suscetibilidades, quando deveria; se não tivesse nada a temer, como mandante ou cúmplice; demitir os envolvidos e deixar para a justiça decidir as questões legais. Ao invés disso, fala agora em “remanejamento” das figuras mais notórias, dentro da própria estrutura governamental. É o tirar, não tirando. É o sair não saindo. É dar a oportunidade de se manter o esquema em outras e, preferencialmente, próximas latitudes.
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