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Um casal a beira de um ataque de nervos

sábado, 12 de setembro de 2009

LUIZ SOARES ACUSA SEM PROVAS E O DIÁRIO ACEITA:


Para o secretário de Saúde de Cuiabá "interesses de empresas privadas, da medicina privada" estariam por trás da greve dos médicos em Cuiabá

O Diário de Cuiabá, deste domingo, entrevista o secretário de Saúde de Cuiabá, o tucano Luis Soares (à esquerda, na foto). O jornal evitou alinhar diante do entrevistado as denuncias apresentadas pelo Sindicato dos Médicos, ao longo da semana. Preferiu dar eco às respostas evasivas do homem que, repetindo argumentos já escandidos pelo jornalista Mauro Camargo no saite tucano "Preto no Branco", deixou no ar, por exemplo, a dúvida sobre quais empresas ou grupos privados estariam, neste momento sustentando e patrocinando o movimento grevista na capital. O jornal não buscou o esclarecimento e Luis Soares não se preocupou em fornece-lo, mas o ataque retórico aos médicos bastou para os jornalistas do Diário. Confira o inteiro teor da

matéria:

ENTREVISTA


Luiz vê motivação política e fica

no cargo


Secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Soares, afirma que é intransigente e que não vai discutir seus princípios com o Sindicato dos Médicos

Por JULIANA SCARDUA


Inseparável do cigarro e irredutível em seus princípios, como se define, Luiz Soares é o alvo de uma das maiores crises na

saúde e na gestão pública de Cuiabá. Secretário municipal de Saúde pela segunda vez, ele é

rotulado como alguém que não gosta de médicos e chega a brincar com isso.


Soares tacha o movimento grevista deflagrado por médicos da Capital como um ataque pessoal e político, mas avisa: “Não vou sair”. Ele declara que a onda de pedidos de demissão tem nos bastidores motivos que vão muito além das que

ixas salariais e de más condições de trabalho.


Para o secretário, interesses da medicina privada permeiam o levante, assim como uma suposta retaliação diante da derrota do industrial Mauro Mendes (PR) para o prefeito reeleito Wilson Santos (PSDB). “Lembro muito bem que me

mbros da diretoria do Sindimed apoiaram claramente na imprensa a candidatura derrotada do senhor Mauro Mendes”, faz questão de frisar.


Quando o assunto é política partidária, Soares ganha novo fôlego. Um dos fundadores do PSDB no Estado, o tucano aguerrido é fiel defensor do papel de oposição do partido ao governo Blairo Maggi (PR), a quem manda um recado: “Veja o PR depois que Blairo Maggi sair do governo do Estado. Aliás, como ele já anunciou que não será mais candidato, vejam só o que já está virando o PR”.


Questionado se tem pretensões políticas para 2010, Luiz Soares nega. Mas, dá uma declaração que incita a curiosidade e coloca o suposto desprendimento em dúvida: Espontaneamente, ele posiciona que, caso Wilson Santos não seja candidato a governador, está à disposição do ninho tucano para o embate nas urnas. Confira a íntegra da entrevista:




Diário de Cuiabá – Como o senhor está encarando esse movimento grevista?


Luiz Soares – O que temos hoje é um movimento de uma categoria importante, a médica. Temos um box de emergência no Hospital e Pronto-Socorro de Cuiabá, onde 20 dos 28 médicos pediram demissão ou exoneração. É uma área nevrálgica, porque está no box de emergência o papel

principal do pronto-socorro. Esse movimento, liderado pelo sindicato estadual de médicos - e não municipal -, que na minha percepção tem uma atuação política, passa a impressão de que ou não dá conta de fazer seu papel, visitando todos os municípios do Estado, ou está sinalizando que nos demais municípios a saúde pública não tem nenhum problema, ou seja, é a perfeição. Não é bem a verdade, porque o histórico da atuação do pronto-socorro é marcada pela demanda do interior.


Diário – O senhor mencionou um suposto viés político. A greve é um ataque pessoal contra o senhor ou um movimento legítimo?


Soares – O que tem aí, para mim, é uma motivação política contra mim por parte da diretoria do sindicato estadual dos médicos. Não tenho nenhuma dificuldade em conversar com a categoria médica. Tenho, inclusive, um irmão médico. Tenho defeitos? Muitos. Sou intransigente. Não negocio princípios. De qualquer forma, creio que há, sim, um ambiente político na diretoria do sindicato, mas tem também, seguramente, muitos outros interesses por trás dessa diretoria.

Interesses de empresas privadas, de medicina privada. Isso porque não negocio, sou honesto e não deixo roubar. O fato é que a diretoria do Sindimed não gosta de mim, mas me lembro muito

bem de que membros dessa diretoria apoiaram claramente na imprensa a candidatura derrotada do senhor Mauro Mendes.

Diário – Dizem que é difícil dialogar com o senhor...

Soares – O presidente do sindicato disse numa entrevista ao vivo em uma das televisões de Cuiabá que sou sério, sou honesto, que trato com zelo o dinheiro público, que sou duro na questão de gestão. Ou seja, ele reconhece, mas disse que não gosto de médico. Digo o seguinte: Gosto até dele... Gosto. Pouco...

Diário – O senhor já tinha enfrentado uma crise como essa em sua trajetória pública?


Soares – Nem na vida pública e nem na temporada passada, na gestão de 2001 a 2004. Naquela época houve movimentos, tivemos debates, muitas reuniões e bate-boca com dirigentes sindicais, mas eram outros. E era um debate tête-à-tête, uma discussão política no sentido de avançar. E olha que a questão salarial naquela época era muito pior, porque tínhamos folhas atrasadas. E naquele tempo esses movimentos jamais tentaram atingir o coração do paciente, que é o box de emergência do pronto-socorro.

Diário – Nesses últimos dias, o senhor pensou em renunciar ao cargo?


Soares – Não! Fui forjado na luta pela democracia. Sei fazer o embate político. Tenho procurado ser o mais bom ouvinte e o mais respeitoso em todo esse processo. Tenho ouvido ataques pessoais e mesmo assim o esforço é pelo entendimento. Mas não tenho dúvida de que o recrudescimento já sinalizado vai levar nossa gestão a tomar medidas.

Diário – Quais serão essas medidas?

Soares – Primeiro, é a de aceitar de pronto os pedidos de demissão. Outra questão envolve

medidas judiciais, a serem estudadas. Outra medida é contratar empresas para tocarem o serviço de urgência e emergência no box do Pronto-socorro de Cuiabá. Aceitando a demissão de 20 médicos do box de emergência, temos que repor o serviço com pessoas jurídicas. Contrata-se sem nenhum problema. Como é que vou deixar um ambiente daquele simplesmente por conta de um concurso público? Então, aviso: Vou contratar, sim. Que venham processos. Já respondo a vários mesmo! Não estou contratando cabo eleitoral, não estou contratando fantasma, não estou contratando um parente em lugar nenhum. Faço qualquer negócio em defesa da população.

Diário – Que nota o senhor daria para a saúde pública de Cuiabá?


Soares – A avaliação qualitativa que tenho da população é de que a saúde não é ruim e não é boa. É regular positiva e tem muito para andar para frente. Temos que lembrar o que era Cuiabá há 18 anos, antes do SUS. Só se acessava consultas de ginecologia ou pediatria, por exemplo, nesse prédio onde hoje é a sede da secretaria e só por quem tinha a carteira do Inamps, ou seja, quem tinha carteira de trabalho assinada. Hoje, a relação entre população e número de unidades de atenção básica à saúde é de pouco mais de 5 mil habitantes por unidade. Em São Paulo, são 28 mil habitantes por unidade. Como gestor, tenho orgulho do trabalho que já fizemos. Não sou profissional da saúde, mas trabalho com os melhores, os que gostam verdadeiramente do SUS.

Em cinco anos, esta gestão fez mais do que em toda a história de Cuiabá.

Diário – O prefeito Wilson Santos faz uma crítica recorrente de que o governo Blairo Maggi ajuda pouco Cuiabá. Para que fique claro, quanto é repassado à saúde da Capital?


Soares – Temos 50% dos recursos vindos do governo federal, 42% do município e apenas 8% do governo do Estado, considerando a média dos últimos oito anos. Num programa estadual de apoio à urgência e emergência, criado em 2001 pelo governador Dante de Oliveira, o Estado passou a dar um incentivo a Cuiabá. Hoje, o valor é de R$ 1,3 milhão. Outra quantia, de R$ 1,2 milhão, era de um contrato que o Estado fez em 2003 com cinco hospitais de Cuiabá, pagando uma tabela acima do valor pago pela tabela nacional do SUS para garantir leitos de UTI. São 80 leitos adultos e infantis nesses cinco hospitais. Desses leitos de UTI, 70% são ocupados mensalmente por pacientes do interior. Então, esses R$ 1,2 milhão não podem, de maneira nenhuma, ser atribuídos como uma ajuda do governo do Estado para Cuiabá.


Diário – O senhor tem planos eleitorais para 2010?


Soares – Não! Continuo na secretaria e continuo gostando de política. Todo cidadão tinha que gostar de política, não vender seu voto, cobrar de seus eleitos e participar do debate político mais atentamente. Diário – Mas o senhor não sente saudades do tempo de deputado estadual, por exemplo?

Soares – Não! Posso até assumir uma candidatura numa eventual desistência do melhor nome, o nome que lidera o partido no Estado, à candidatura ao governo do Estado, o prefeito Wilson Santos. Nessa circunstância, posso até ser candidato a governador. Já fui uma vez. Deixei de ser pela terceira vez deputado, na eleição de 1990, para formar o PSDB em Mato Grosso, mesmo

sabendo que tinha chance de voltar à Assembleia, saindo de uma relatoria da Constituinte, exitosa. Mesmo assim, fui candidato a governador, mesmo sabendo que perderia. Então, não tenho nenhuma dificuldade em assumir uma tarefa partidária. Mas desejo de fazer uma nova carreira eleitoral, não o tenho.

Diário – Com todo o respeito à carreira do senhor e de outros tucanos, não podemos deixar de lembrar nesta entrevista a análise já chavão no meio político de que o PSDB de Mato Grosso se resume hoje ao prefeito Wilson Santos. Em sua opinião, o PSDB está enfraquecido?

Soares – E não é pouca coisa. Temos o biprefeito de Cuiabá. Mais de 20% do eleitorado de Mato Grosso está em Cuiabá. Acho também que o partido tem outros nomes de valor, talvez não do tamanho e liderança do Wilson. Infelizmente, o maior partido de Mato Grosso é o partido dos oportunistas. O PSDB, hoje, tem o tamanho que ele tinha antes da fusão com o PDT do governador Dante de Oliveira. Tínhamos o prefeito de Cuiabá, Roberto França, um deputado federal e dois deputados estaduais, eu e o Ricarte. Mas não gosto dessa conta. Partidos são pessoas e ideias. O fato é que o PSDB tem um tamanho médio hoje e sofreu quando os oportunistas o deixaram. Mas ele não morreu. Não tenho a menor dúvida de que a disputa presidencial do ano que vem, com amplas possibilidades tanto com José Serra quanto Aécio Neves para que o partido volte ao poder central, influenciará Mato Grosso. Teremos que ter muito zelo para evitar um quantitativo enorme de oportunistas. Veja o PR depois que Blairo Maggi sair do governo do Estado. Aliás, como ele já anunciou que não será mais candidato, vejam só o que já está virando o PR.

Diário – A sucessão na presidência do PSDB regional está se aproximando. Quem o senhor acha que deve assumir?

Soares – A deputada Thelma. A esmagadora maioria do partido a apoia. Isso será debatido e com certeza consagrado no dia 3 de outubro. Já temos uma convocação feita para reunião do diretório estadual que vai suprir vagas existentes na atual executiva, cujo diretório foi prorrogado pela direção nacional por mais um ano. Além do prefeito Wilson Santos, que não vai mais continuar na presidência, já está vaga a primeira-vice-presidência com a saída do Neri Geller do partido. Temos outros cargos vagos também, de vogal, com a saída, por exemplo, do médico Kamil Fares.

Diário – No quadro político, esse namoro entre DEM e PSDB em Mato Grosso vai dar casamento em 2010?

Soares – Aqui no Estado, sempre houve dificuldades numa aliança entre PSDB e o ex-PFL, inclusive causando dificuldades ao palanque nacional, porque as coisas não se repetiam aqui. Mas acho que isso tem muito a ver com os grandes nomes, como a figura do próprio Dante, do Júlio e do Jayme Campos. O fato é que problemas existem até hoje, mas o que vai levar a essa possibilidade de aliança são as discussões políticas. É preciso superar divergências e avaliar se isso é de aceitação do eleitorado. Os partidos precisam pensar grande, lembrando que não temos partidos de guetos, regionais, e sim partidos que têm projetos nacionais. Por tudo isso que disse, não vejo problemas numa aliança. O fato é que o que está aí com certeza não agrada. O PSDB é oposição. Foi derrotado nas eleições para ser oposição. Quem estiver no PSDB e estiver dando apoio político ao governo do Estado atual está na contramão da história.

Diário – Mas não se vê uma oposição aguerrida na atuação da bancada do PSDB na Assembleia...

Soares – Acompanho pouco a posição da bancada na Assembleia. Mas se a bancada não estiver fazendo o combate, racional e não intransigente ou a mera crítica vazia, ou seja, se não estiver tocando nessa linha de oposição, a bancada está na contramão do que é o desejo da grande maioria dos filiados do PSDB. Outros somaram para que esses dois deputados fossem eleitos. Não acessaram vagas, mas somaram. Sou uma dessas pessoas que somaram.

Diário – Há chances reais de que o Roberto França, que o senhor conhece bem, vá para o PSDB? Qual é o espaço político que o senhor acha que cabe a ele?

Soares – Eu seria o homem mais feliz do PSDB se o Roberto retornasse ao partido. Fomos colegas durante oito anos na Assembleia Legislativa, fui seu vice no mandato de 2001 a 2004. Tenho respeito, admiração e consideração por sua família, em especial sua esposa, Iraci França. Espaço, tem... Apesar de grandão, o Roberto cabe em qualquer lugar (risos). Já o convidei pessoalmente e agora, com esta entrevista, de público também. Também já houve conversas de outras pessoas, de outros dirigentes. O Antero, por exemplo, é uma pessoa que sempre conversa com o Roberto. O próprio prefeito Wilson Santos também já fez o convite. O bom para o Roberto era estar próximo daquilo que ele ajudou a construir. Ele foi presidente do PSDB municipal. Nas duas gestões na prefeitura, ele teve muito apoio político e administrativo do PSDB local e nacional. Tenho convicção de que as mais expressivas lideranças do partido veriam uma volta do Roberto com muita alegria. Você está convidado, Roberto!



Quem é

Luiz Antônio Vitório Soares
Secretário de Saúde de Cuiabá
Advogado
51 anos
Casado, 3 filhos
Formado em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Ex-deputado estadual por 3 mandatos
Suplente de senador, exerceu o cargo por 4 meses, em substituição a Antero Paes de Barros
Vice-prefeito no segundo mandato de Roberto França (2001-2004)
Foi relator-geral da Constituinte em Mato Grosso
Fundador do PSDB em MT

Pescado da Página do E

1 comentários:

Anônimo disse...

OLÁ, GOSTARIA DE PEDIR UMA INFORMAÇÃO QUANTO AO LOCAL QUE A SECRETARIA DE SAUDE ESTÁ MANDANDO O MATERIA COLETADO DOS PACIENTES COM SUSPEITAS DA GRIPE SUINA

HÁ MAIS DE 1 MES, MAIS DE UM MES UMA PESSOA DA MINHA FAMILIA FEZ O EXAME, E NINGUEM NINGUEM NIGUEM ENTROU EM CONTATO PARA SABER COMO ELE ESTAVA, E NEM PARA DAR O RESULTADO SE ELE ESTÁ OU NAO COM A GRIPE SUINA, ELE JA TOMOU O REMEDIO TAMIFLU. E ESTA ESPERANDO O RESULTADO URGENTEEEEE!!!

VOCÊS ESTÃO FAZENDO ISSO COM TODOS OS PACIENTES COM SUSPEITA, POR ISSO QUE O BRASIL É O MAIOR PAIS COM CASOS DE MORTOS DA GRIPE, O 1ª. NEM OS ESTADOS UNIDOS, UM DOS PRIMEIROS A TER O CASO, TEVE TANTOS MORTOS!!!!

LIGAMOS PARA O LABORATORIO ONDE O SUPOSTO EXAME FOI MANDADO E NEM CONSTA O NOME DO PACIENTE

Foi ligado para o LABORATÓRIO Adolfo Lutz (SP), no qual a responsavél enfermeira pelo exame da (gripe a), no pronto socorro de CUIABÁ, nos informou que estaria sendo encaminhado para o sitado laboratório na segunda feira dia 10 de agosto!

O exame foi realizado dia 08 agosto sabado.
Era para ter ficado pronto até o dia 21 de agosto!

e-mail que recebi do laboratorio
[Prezada Iama,
Venho informar que não possivel realizar o exame de Igor Verdi Lambi,porque veio colhido de forma inadequada (relacionado no oficio 766). O Lacen de MT que nos encaminhou a amostra foi comunicada em 22/08/2009.
att
Maria Lucia Utagawa
Instituto Adolfo Lutz - SP
Seção de Recepção e Colheita de Material
fone: 11- 3068-2876]



E PORQUE NAO NOS FOI COMUNICADO QUE A SECREÇÃO RETIRADA NAO FOI ADEQUADA??? QUE AI SERIA COLHIDO UM NOVO MATERIAL!!!!

VOCÊ NAO SOUBERAM NEM ONDE ESTAVA O EXAME DELE!!!!
SÓ QUERIA ESSA RESPOSTA!!

É UMA PENA QUE AINDA NO BRASIL EXISTÃO PESSOAS POUCO QUALIFICADAS TRABALHANDO EM AREAS QUE EXIGEM MUITO DA PESSOA....
ACHO QUE PELO MENOS DEVERIAM EXPLICAR COMO SE DEVE COLHER O MATERIAL PARA A GRIPE A.
POIS NEM O PRINCIPAL ESTÃO CONSEGUINDO COLHER!!!!!

É UMA INDIGNAÇÃO UM PROFISSIONAL ESTAR TRABALHANDO NO PRONTO SOCORRO DE CUIABÁ, E NAO COLHER DIREITO O MATERIAL A SER ENCAMINHADO AO LABORATORIO PARA SER EXAMINADO!!!!!

POR QUE ISSO????

É UMA SORTE TREMENDA QUE ALGUEM DA FAMILIA DE VOCÊS NAO TENHAM PEGO O VIRUS DA GRIPE SUINA. VC VER ELE LÁ DEITADO PASSANDO MUITO MAL E COM FEBRE E NAO TER NADA PARA FAZER... E AINDA POR CIMA ESPERAR O RESULTADO DO EXAME A MAIS DE 2 MESES E NEM SE QUER LIGARAM PARA SABER COMO ELE ESTÁ, SE TERMINOU DE TOMAR O REMEDIO. E AINDA POR CIMA LIGAR PARA AVISAR QUE O MATERIAL COLHIDO NAO FOI SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME!! AINDA BEM, QUE VCS NAO ESTÃO ABALADOS COM ISSO, NAO É NINGUEM DA FAMILIA DE VOCÊS.....

GOSTARIA DE SABER O TELEFONE, E-MAIL, ALGUMA FORMA DE ME COMUNICAR COM O LUIS SOARES, SERÁ QUE PELO MENOS ISSO CONSEGUEM????


TODOS OS ESTADOS FORAM ORIENTADOS DE COMO COLHER O MATERIAL DA GRIPE DO H1N1, E PORQUE OS PROFISSIONAIS NAO FORAM INFORMADOS DE COLHER CORRETAMENTE O MATERIAL DO PCR????

E PORQUE NAO ESTÃO COLHENDO UMA AMOSTRA DE SANQUE QUE É MUITO MAIS FACIL A COLETA E O TRANSPORTE........ É SIM POSSIVEL A REALIZAÇÃO COM O SANGUE


POR FAVOR, ESTOU IMPLORANDO UMA MELHORIA..........

gostaria perguntasse para o luiz soares, sec da saude de mt, o que está acontecendo...

grata