Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

UM BLOG DESTINADO A DESAFIAR AS ESTRUTURAS VIGENTES, INTERNA E EXTERNAMENTE AO PARTIDO DOS TRABALHADORES, SEMPRE TENDO EM VISTA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SEM OPRESSORES NEM OPRIMIDOS, SEM DONOS E ESCRAVOS.

As cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil escolhidas pela FIFA foram São Paulo (São Paulo), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Belo Horizonte (Minas Gerais), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Curitiba (Paraná), Brasília (Distrito Federal), Cuiabá (Mato Grosso), Manaus (Amazonas), Fortaleza (Ceará), Salvador (Bahia), Recife (Pernambuco) e Natal (Rio Grande do Norte), a informação é de Anselmo Góis, colunista do jornal O Globo.
A divulgação oficial das 12 cidades que receberão partidas da Copa de 2014 acontece neste domingo, nas Bahamas, mas a Globo vai transmitir na TV. Vamos esperar pela confirmação.

Há um movimento estudantil em curso no Rio Grande do Sul, articulado, com ações organizadas em grandes centros urbanos do interior do Estado, como

Os novos 'Caras-pintadas', assumiram o termo criado pela mídia no final da década de 80 para denominar os estudantes que foram às ruas pela ocasião do impedimento de Fernando Collor de Mello, então presidente eleito democraticamente depois de ampla campanha de marketing e apoio da mesma mídia que em seguida criaria as condições para depô-lo.
A estratégia de reunir sobre a identidade de "caras-pintadas" encontra ainda eco no imaginário articulado e construído pela mídia naquela época e que perdurou como o seu ( da mídia) símbolo de rebeldia estudantil. Se em algum momento, e isso é perfeitamente compreensível, pintar a cara em sinal de protesto, teve sua raiz na sociedade civil, não é possível negar que foi como personagem-simbolo no processo de impeachment do Collor , que a imprensa o usurpou do povo, exclusivamente pelo seu potencial imagético.
Vive-se no Rio Grande do Sul, um momento político muito semelhante aquele, proporcional e obviamente em contexto completamente diferente. Ímpar na história dos gaúchos modernos, sem dúvida. No entanto os papéis de cada ator estão dados.
Temos uma governadora impopular, uma esfinge de segredos, tão enigmática quanto uma plástica facial mal feita. Um processo judicial a ponto de ser instaurado na Assembléia.
Uma mega-operação da PF onde abundam gravações entre empreiteiros, empresários, servidores públicos de alto-escalão, homens e mulheres de partidos políticos, assessores tão fiéis que estão colados aos passos da governadora, deputados federais, secretários de estado, pelo menos um cadáver inexplicável até agora, um lobista e uma viúva. Além de obscuras relações políticas com sociedades secretas cristãs.
A OAB já se deu conta de seu papel e resolveu dar o ar da graça, produziu pequenos fatos burocráticos e simulou algum poder diante de instituições que parecem considerar a sua existência tanto quanto de qualquer cidadão.
A esquerda através dos movimentos sociais e sindicais já assumiu explicitamente a vontade de ver Yeda Crusius fora do Palácio Piratini há bem mais tempo. Parte dos empresários que apoiaram a governadora também tem se manifestado favorável ao processo de investigação que os deputados da Oposição (PT, PCdoB, PSB) tentam instaurar na Assembléia com as assinaturas de outros partidos como o DEM e o PDT.
A mídia local está dividida, entre aqueles que correm atrás de novidades e aqueles que possuem as informações e estudam o melhor momento e como publicá-las sem correr o risco de ser furado pelos órgãos federais que cuidam da matéria. A qualquer momento o Ministério Público Federal pode se manifestar sobre o caso, entrar com uma ação contra os personagens principais, inclusive a governadora. Nesse meio tempo é ridículo o esforço de 'abelhas-rainhas' de tergiversar e minimizar as questões centrais.

Nesse palco, sem dúvida, o apelo gerado por hordas de jovens de classe média com o rosto pintado em protesto pelas ruas da capital refestela e anima a população em geral a pelo menos prestar atenção no que acontece na política gaúcha. Contudo, não devem ser seduzidos nossos jovens militantes com as doces palavras dos cães de guarda da mídia local, com promessas de reconhecer seu protagonismo. Nunca foram aliados do movimento estudantil, nem de nenhum outro movimento legítimo da sociedade.
Ações como a cobertura do monumento do Laçador, com um manto vermelho em que apareceu escrito "Impeachment Já" são muito mais eficiente do ponto de vista da visibilidade do movimento, do que dar entrevista para apresentadores reacionários que invariavelmente se colocam contra a organização popular.
Agora é momento de explorar a cabeça das pessoas, daquelas que vivem embotadas pelo trabalho, hipnotizadas pelas facilidades da propaganda, onde sequer chega o discurso político partidário e o voto é decidido pela performance nas bem-iluminadas arenas pré-eleitorais. É momento da guerrilha simbólica intensa. Da disputa das subjetividades através das versões. Da produção do pasto da mídia, a imagem. Mas isso precisa ser sempre discretamente bem calculado.
O protesto no Laçador realizado pelo grupo Mãos à Obra é formado por outras organizações e células estudantis que reúnem secundaristas e universitários.
A prática da Ação Direta iniciou por volta das 6h da manhã. O poncho vermelho ficou mais de meia hora decorando o monumento, até dois policiais militares removerem a peça. Tempo mais do que suficiente para se produzir uma imagem forte e suculenta para a insaciável mídia.
Esse é o caminho agora. Imagens serão mais úteis que discursos. Produzir imagens subversivas. Guardar certo anonimato.
Sejam realistas, exijam o impossível!
Nós estamos em todos os lugares

Os investimentos da Petrobras no Brasil devem gerar mais de 1 milhão de novos postos de trabalho entre 2009 e 2013. Dos 104,6 bilhões de dólares que a companhia pretende aplicar no período nas áreas de exploração e produção, 92 bilhões vão ficar no Brasil e aquecer o mercado interno. O investimento global da empresa nos próximos cinco anos soma 174,4 bilhões de dólares.

A companhia prevê a criação de 267 mil novos postos de trabalhos diretos até 2013. Outros 777 mil postos indiretos estão relacionados à cadeia produtiva e ao chamado efeito renda, quando a renda dos trabalhadores se transforma em consumo.
As informações são do diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella. Ele participou nesta quarta-feira (27) de audiência pública conjunta das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e Minas e Energia da Câmara. O deputado Luiz Alberto (PT-BA) foi um dos autores do requerimento para o debate.
Segundo Guilherme Estrella, o Brasil precisa “aproveitar a oportunidade” proporcionada pela descoberta do pré-sal. “A Petrobras passa por um momento importante em relação ao seu compromisso com o desenvolvimento do país. É um momento que traz uma série de oportunidades para o Brasil, e nós não podemos perder essa oportunidade”, afirmou.
Durante a audiência pública, o diretor de Exploração e Produção destacou a “postura agressiva” da empresa desde o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre 1999 e 2002, a carteira exploratória da Petrobras atingiu uma média anual de 22.737,5 quilômetros quadrados. Nos três primeiros anos de governo Lula, a média anual saltou para 32.377,3 quilômetros quadrados. “Isso nos dá a garantia e o conforto de ter uma área suficiente de exploração para os próximos 15 anos. A Petrobras vinha perdendo essa agressividade antes de 2003”, afirmou Guilherme Estrella.
O diretor da Petrobras informou que os investimentos específicos no pré-sal – que estavam previstos para 28,9 bilhões de dólares no período 2009-2013 – devem alcançar 111,4 bilhões entre 2009-2020. A produção de óleo do pré-sal deve crescer a uma taxa anual de 35,3% entre 2013 e 2020. A expectativa é de que, em 2013, sejam produzidos 219 mil barris por dia, ante 1,8 milhão previstos para 2020.
Estrella afirmou que, nas próximas décadas, as chamadas energias fósseis devem ocupar uma posição hegemônica entre as demais modalidades energéticas. “O Brasil tem uma situação privilegiada porque conta com grandes reservas de óleo e gás. A descoberta do pré-sal é uma grande oportunidade para o desenvolvimento industrial, tecnológico e científico do país”, afirmou.

O deputado Luiz Alberto, que durante 20 anos foi técnico químico da Petrobras, destacou o rigor administrativo da empresa. Ele criticou os partidos de oposição que defendem a instalação de uma CPI no Senado para investigar a companhia.
“Enquanto o Senado instala uma CPI, o jornal inglês Financial Times elogia o papel da Petrobras, sua capacidade de gestão e o domínio da tecnologia de prospecção de petróleo. No campo internacional se reconhece a importância da empresa. No Brasil, de forma irresponsável, tenta-se jogar a Petrobras no centro da arena política”, afirmou.
O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo da Rocha, também criticou a instalação da CPI no Senado. Ele classificou a investigação como “absurda”.
DO BLOG DO PT

Hoje, Lula é literalmente imbatível do ponto de vista eleitoral. Tanto como candidato quanto como apoiador. E é aí que reside essa paranóia descabida que está se abatendo sobre a oposição tucano-pefelista e os jornais, revistas, tevês, rádios e portais de internet seus aliados. E isso porque uma pesquisa eleitoral recente, feita pelo renomado – e esquecido até aqui – instituto Vox Populi, mostra vários fatos desesperadores para a direita brasileira.
O levantamento capta algo que já se percebe nas ruas: a tentativa de "Globo", "Folha" e "Veja" (entre outros) de enfraquecer a candidatura de Dilma, ao explorar de forma torpe a doença da ministra, parece ter dado resultado inverso. A população se aproximou de Dilma, ficou solidária a ela.
CPI VAI SAIR
O deputado Daniel Bordignon (PT/RS) (foto) e a deputada Stela Farias (PT/RS) estiveram reunidos, no dia de ontem, 20/05, com a direção estadual do PSOL, que veio trazer novas denúncias que agravam ainda mais os fortes indícios de corrupção incrustrados no governo gaúcho. Bordignon não tem dúvidas de que as assinaturas necessárias para a instalação da CPI (19) serão alcançadas: "A força da opinião pública fará a pressão necessária para que a Assembleia consiga, e até mesmo ultrapasse, o número necessário de assinaturas para a criação da CPI, pois os fatos vão muito além do que foi divulgado até agora". Segundo o deputado petista, o legislativo estadual deverá fazer a sua parte. "O que for além, será encaminhado aos órgãos competentes".
Sobre o novo material encaminhado ontem pelo PSOL, Bordignon informou: "O material será avaliado. Estamos reelaborando os termos para a abertura da CPI, agora incorporando as propostas apresentadas pelos três deputados pedetistas que devem assinar o pedido: Adroaldo Loureiro, Gilmar Sossela e Paulo Azeredo".
Postado por JÚLIO CÉSAR SCHMITT GARCIA

SERÁ PRECISO AINDA MAIS 'FATOS NOVOS'?
Apesar da tentativa desesperada do governo Yeda, do PiG*, dos deputados governistas ... e de alguns deputados 'amigos' ou 'não suficientemente convencidos' de sua necessidade (como é o caso dos três do PDT, Gerson Burmann, Giovani Cherini e Kalil Sehbe), a tendência é que a CPI que investigará a corrupção no governo gaúcho finalmente materialize-se nos próximos dias. Isso, se a direção do PDT, pressionada por sua base e pela opinião pública, não fechar questão antes. Afinal, os 'fatos novos' surjem a cada dia, inclusive oriundos das 'revelações' contidas nas reportagens da serrista-nada-isenta revista Veja, agora numa cruzada envolvendo a detonação de Yeda & Cia (para não atrapalhar demais os planos do provável candidato presidencial tucano no ano vindouro).
Segundo informa a deputada Stela Farias (PT), as 19 assinaturas necessárias para sua instalação serão obtidas, o mais tardar, até a próxima semana, inclusive com duas provenientes do DEM (partido do vice governador Paulo Feijó).
A propósito disso, a parlamentar oposicionista informou que a CPI, uma vez instalada, também poderá analisar se houve enriquecimento ilícito de agentes do Estado, dentre outras denúncias igualmente graves. Segundo declaração de Stela para o sítio PTSul, a comissão deverá investigar se os valores, arrecadados na campanha ou oriundos de fonte irregular, foram usados para aquisição de bens ou para forrar contas bancárias de agentes públicos. “Se houve desvio de valor de campanha para contas particulares ou para pagar contas particulares estamos diante de apropriação indébita, prevista no Código Penal e não diante de crime eleitoral propriamente dito. E se neste fato houver o envolvimento de agentes políticos do Estado, a Assembleia tem competência para investigar. Quem diz o contrário não quer a CPI”, defendeu a petista.
Segundo ela, há fortes indícios de improbidade administrativa e de crime de responsabilidade nas denúncias contra o governo gaúcho. “As duas leis preveem que qualquer procedimento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo atenta contra a probidade da administração e configura crime de responsabilidade, podendo os mandatários ser responsabilizados pela Justiça ou pelo parlamento”, argumentou. Lembrou ainda que a CPI deverá investigar, também, suspeitas de fraude em licitações, superfaturamento de contratos e formação de lobbies para beneficiar empresas privadas a partir de estruturas de secretarias de Estado. O descontrole governamental, agravado por advocacia administrativa, que redundou na demissão da delegada Estella Maris Simin da presidência do Detran, também consta como ponto a ser apurado no requerimento para a abertura da comissão parlamentar de inquérito.
Fórum dos Servidores Públicos promove Passeata Luminosa nesta quinta-feira
Por sua vez, o SEMAPI e o Fórum dos Servidores Públicos estão reforçando a mobilização e convocaram para esta quinta-feira (21/05),uma mobilização pelo impeachment da governadora Yeda Crusius. A mobilização deverá contar também com uma 'passeata luminosa' que sairá às 18,30 h da frente do Cpers-Sindicato, direcionando-se até a frente do Palácio Piratini, onde ocorrerá um Ato Público.
*PiG: Partido da Imprensa Golpista
**Com o sítio PTSul
Postado por JÚLIO CÉSAR SCHMITT GARCIA

Deus! Hoje faria uma oração diferente,
Talvez quem a escute ache que é de uma descrente.
Mas em segredo Lhe revelo o que pra mim Tu és.
Tu, Deus, pra mim é comunista.
Disso tenho certeza, pois no comunismo acredito,
como acredito na criação do firmamento.
E se alguém disser que sou louca por isso dizer,
Direi não. Para mim Deus comunista há de Ser.
Deus! Porque isto afirmarei?
Afirmarei por que O vejo... Glorioso Deus,
que Tu está em tudo que vejo.
Está nos raios de sol que invade grutas e matas.
Está na maravilha do amanhecer e ao surgir a escuridão do anoitecer.
Está nas gotas de orvalho que cai na terra e em milagre faz germinar
Está ainda, em gestos singelos, de seres sinceros,
que acreditam na igualdades dos povos,
e no direito comum para todos.
E com sinceridade, pratica o bem sem olhar a quem.
Tu! Ó Deus!
É tão comunista, que a nós, suas criaturas,
nos fez a sua imagem e semelhança,
e Tu és tão comunista que ainda disse: " façamos",
Tu dividiu sua obra com os demais entes divinos.
E pra nos resgatar deu seu filho unigênito
para ser nosso primogênito.
De criaturas nos fez filhos.
É um pai amoroso, como é um comunista.
Respeita a individualidade de cada criança sua.
Por isso, nos deu o livre arbítrio.
E ainda digo mais...
Se não fôssemos, nós, homens errados,
De Ti aprenderíamos a lição, amar ao próximo
em qualquer condição.
Mas erramos demais e demais pecamos,
e mesmo assim Tu és paciente,
nos espera confiante.
E nos fez uma promessa:
Nos dará novos céus e nova terra.
E, acredito Meu Deus, que isso só se dará
Se o ser humano em Ti espelhar,
E, na Nova Jerusalém do Céu,
Todos então, comunistas serão.
O petróleo é nosso, PSDB!
Atualizado às 20h09m de 17 de maio de 2009
O bordão “O petróleo é nosso” foi criado pela Campanha do Petróleo, desencadeada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e por nacionalistas. Daquela campanha, nasceu a estatal petrolífera nacional, a Petrobras, em 1953.
O Brasil, desde aquela época, vem se dividindo entre nacionalistas e defensores do capital estrangeiro. Em 1938, o governo Getúlio Vargas determinou a exploração de uma jazida de petróleo em Lobato, na Bahia, dando origem ao Conselho Nacional do Petróleo. Desde então, as jazidas minerais passaram a ser propriedade do povo, sendo vedada a propriedade privada.
Criar a Petrobrás, no início dos 50, foi uma decisão acertada. Naquela época, o Brasil importava 93% dos derivados de petróleo que consumia. Hoje, somos autossuficientes.
O monopólio estatal do petróleo durou 44 anos. Foi quebrado em 16 de outubro de 1997 justamente pelo governo Fernando Henrique Cardoso e pelo partido que lhe dava sustentação, o PSDB, que agora, diante da maior descoberta petrolífera da história do país, novamente avança sobre o petróleo a fim de entregá-lo ao monopólio estrangeiro.
A CPI da Petrobrás, recém-criada no Senado Federal por iniciativa do PSDB e a mando evidente da eminencia parda da agremiação, o governador José Serra, é o mais novo avanço dos entreguistas de que falava Getúlio Vargas, aos quais o país se opôs e criou a empresa petrolífera.
Como disse recentemente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a descoberta e o início das operações de exploração do pré-sal constitui a “Segunda Independência” do Brasil. Através dessa riqueza imensa que jaz em nosso litoral Sudeste, o Brasil poderá ascender ao Primeiro Mundo talvez em uma década, se conseguirmos manter a riqueza a salvo das garras tucanas.
Não é por outra razão que venho propor a criação da nova campanha em defesa das riquezas minerais brasileiras, sugerindo o bordão “O petróleo é nosso, PSDB!”
E, sem titubear, começo propondo o início dessa campanha num ato público em defesa da Petrobrás a se realizar o quanto antes diante do diretório estadual do PSDB em São Paulo, no bairro de Indianópolis, na avenida que leva o mesmo nome, pois o ataque à Petrobrás vem do mesmo partido que começou a entregar o petróleo brasileiro há 12 anos e que quer voltar ao poder no ano que vem para continuar sua obra nefasta.
Como sempre, dependerei de vocês para saírem pela internet propondo em sites e blogs a medida que anuncio aqui em defesa dos interesses nacionais.
Será um ato ao qual se pretende a adesão de partidos, sindicatos, movimentos sociais e da sociedade civil de forma geral. Diante do previsível bloqueio que a imprensa dará a esta iniciativa, só podemos contar com vocês, leitores, e com a força da internet.
Na semana que vem, novamente iniciarei contatos para difundir o ato público proposto. Desta vez, porém, será no âmbito maior de uma campanha que se espera que se espalhe pelo país.
Caso esta proposta receba as adesões minimamente necessárias dos leitores deste blog, novamente o Movimento dos Sem Mídia assumirá o compromisso de organizar outro ato em defesa da cidadania. E vocês, ao aderirem, comprometer-se-ão a difundir esta proposta onde possam - na internet, nas ruas, entre a familia, entre os amigos, onde cada um puder.
Primeiro em São Paulo, na terra da mente criminosa que está por trás de tudo isso, a mente obscura de José Serra. Depois, pelo país inteiro. A campanha deverá durar enquanto durar a CPI da Petrobrás, com atos públicos espalhando-se pelo país até chegarmos a um ato maior, que sugiro que seja feito em Brasília diante do Congresso Nacional.
Pronto, a sorte foi lançada. A reação, agora, dependerá de cada um de nós, de nosso empenho em difundir e defender os interesses do Brasil. Que Deus nos ilumine e ajude a manter as garras tucanas e reacionárias longe das riquezas nacionais.
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Os tucanos queriam privatizar a Petrobrás, como parte dos acordos assinados com o FMI, trocaram o nome da empresa – orgulho e patrimônio nacional – para Petrobrax, para tirar essa marca de “Brasil”, negativa para eles, e torná-la uma “empresa global”, a ser submetida a leilão no mercado internacional. Não conseguiram. Seu ímpeto entreguista durou menos de 24 horas diante do clamor nacional. Se deram conta que naquele momento tinham avaliado mal os sentimentos do povo brasileiro, que tinham ido longe demais no seu ardor privatizante e entreguista. Tiveram que recuar, mas nunca abandonaram seu projeto, tanto assim que venderam 1/3 das ações da Petrobras na Bolsa de Valores de Nova York, como primeiro passo para a privatização da empresa.
Tinham colocado em prática o programa econômico mais antinacional, de maior abertura ao capital estrangeiro, que o Brasil conheceu, sob o mando de FHC e seus ministros econômicos – Pedro Malan e Jose Serra. Quebraram o país três vezes e correram pedir mais há empréstimos ao FMI, assinando com presteza as Cartas de Intenção, de submissão aos organismos financeiros internacionais. Na crise de 1999, subiram as taxas de juros a 49%, para tentar segurar o capital especulativo e impuseram uma recessão de que a economia só voltou a se recuperar no governo Lula. Entre as cláusulas secretas da Carta de intenções assinadas nesse momento, a imprensa revelou que constava a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica.
Foram rejeitados pelo povo. Quando Lula, no sexto ano do seu governo, tem o apoio de 80% da população e a rejeição de apenas 5%, FHC tinha o apoio de apenas 18%, mesmo contanto com o apoio total da totalidade da grande mídia, essa mesma que rejeita a Lula.
Viram, com frustração, a Petrobrás se transformar na maior empresa brasileira e em uma das maiores do mundo, conseguir a auto suficiência em petróleo para o Brasil, descobrir o pré-sal, entre tantas outras conquistas, afirmando seu caráter nacional e de identificação com a construção de um Brasil forte.
Mas não se conformaram. Na calada da noite organizaram uma CPI sobre a Petrobrás. Enquanto o povo quer uma CPI sobre a Petrobrax. Tratam de impor os danos que consigam à maior empresa brasileira, tentam impedir que a exploração do pré-sal fique nas mãos do Estado brasileiro, querem afetar o valor das ações da empresa, obstaculizar seus planos de expansão e de crescimento. Porque lhes dói tudo que seja nacional, tudo que represente fortalecimento do Brasil como nação,
São os corvos do século XXI, os novos lacerdistas, os novos udenistas, a direita branca e elitista, antinacional, antipopular, que sente asco pelo povo e pelo Brasil. FHC espumava de raiva ao ver que para tentar ter alguma chance de disputar o segundo turno com Lula, o candidato do seu partido rejeitou as privatizações do seu governo, comprometeu-se a não tocá-las pra frente, sabendo que se chocam frontalmemente com os sentimentos do povo brasileiro.
Querem prejudicar a imagem da Petrobrás, a fortaleza da empresa de que se orgulham os brasileiros, que a querem cada vez mais forte e mais brasileira. Acenam para as grandes empresas estrangeiras de petróleo com a possibilidade de dar-lhes o controle do pré-sal, como presente de ouro, caso consigam retomar o governo no ano que vem, garantindo-se ao mesmo tempo polpudos financiamentos eleitorais. Não hesitam em sacrificar tudo o que seja nacional e popular, contanto que possam voltar ao governo e seguir dilapidando o patrimônio publico.
São definitivamente uma tucanalhada, que precisa ser repudiada e rejeitada pelo povo brasileiro, para que não possam seguir tentando causar danos ao Brasil. Tirem suas patas entreguistas de cima da Petrobrás, do pré-sal e do Brasil, tucanalhada antinacional, antipopular e antidemocrática. O Brasil é maior que vocês, os rejeitou tantas vezes e vai rejeitá-los de novo. É Monteiro Lobato contra Carlos Lacerda, Getúlio contra Rockfeller, o povo brasileiro contra a tucanalhada de FHC. Que se instaure a CPI que o povo quer – a CPI da Petrobráx, onde estão as digitais dessa corja de odeia o povo e o Brasil.