UM BLOG DESTINADO A DESAFIAR AS ESTRUTURAS VIGENTES, INTERNA E EXTERNAMENTE AO PARTIDO DOS TRABALHADORES, SEMPRE TENDO EM VISTA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SEM OPRESSORES NEM OPRIMIDOS, SEM DONOS E ESCRAVOS.
O sucesso do Brasil no setor petrolífero é resultado da capacidade do Povo brasileiro de acreditar em si mesmo e no País, que aprendeu a “andar de cabeça erguida e olhar com confiança para o futuro”. É a mão invisível do Povo, e não do mercado, que está tecendo o destino do Brasil e construindo o seu futuro, afirmou o presidente Lula nesta segunda-feira durante ato de anúncio da proposta de novo marco regulatório, realizado no Centro de Convenção Ulysses Guimarães, em Brasília.
Olho para trás e vejo que há algo em comum em todos esses momentos, algo que unifica e dá sentido a essa caminhada, algo que nos trouxe até aqui e ao dia de hoje: é, sinceramente, a capacidade do Povo brasileiro de acreditar em si mesmo e no nosso País. Foi em meio à descrença de tantos que querem falar em seu nome… O Povo – principalmente ao povo – devemos esse momento atual.
Os DM’s têm até 08 de setembro para definir a quantidade de componentes da Comissão de Organização Eleitoral e formá-la. A COE é subordinada à Comissão Executiva da respectiva instância, e sua composição deve respeitar proporcionalidade existente no respectivo Diretório.
Nos municípios com menos de 300 filiados aptos ao PED, nos Diretórios Zonais e quando se tratar de Comissão Provisória, a organização do PED será de responsabilidade da própria Comissão Executiva ou Comissão provisória.
A chapa que não tiver representante na COE poderá indicar um observador para acompanhamento dos trabalhos.
Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou
Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consenso
Fernando Dantas, de O Estado de S. Paulo
RIO - O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.
Cresce o movimento que protesta contra a péssima programação das televisões e o alvo agora foi o programa da rede Globo: No Limite. A busca por audiência a todo custo para faturar com propaganda, merchandising, promoção, eventos afim de obter lucros gigantescos tem sido o grande objetivo desta oligarquia da mídia de mercado que não vê limite para conseguir suas metas. O site Terra registrou o movimento do grupo reunido pelo site http://www.ativismo.com/ , que luta pelos direitos dos animais, e que hoje ficou em frente ao prédio da Rede Globo de Televisão, em São Paulo, para um protesto contra o programa. Cenas onde os participantes do reality aparecem comendo animais vivos e matando bichos são consideradas agressões aos animais que sofrem para a Globo faturar. Ativismo Diz o texto no site que reuniu os manifestantes: A indignação toma conta das pessoas providas do mínimo de sensibilidade. A Rede Globo de Televisão, famosa pela manipulação de notícias, nos brinda agora com baixaria criminosa em busca de audiência. O programa NO LIMITE incita seus participantes a cometerem crimes ambientais, envolvendo a crueldade com animais (como partir peixes vivos ao meio com dentadas, comendo-os ainda vivos; retirar pintos de dentro de ovos, comendo-os em seguida; perseguir e matar galinhas, forjando um falso estado de necessidade), em troca de dinheiro. Há também a apologia a estes crimes, além de formação de quadrilha para cometê-los. Confecom A Globo é um dos grupos de comunicação que faz parte do mínimo número de concessionários da rádio difusão, da oligarquia da mídia de mercado, e que não concordou em participar das discussões sobre a regulamentação da comunicação no Brasil que acontecerá na primeira Conferência Nacional de Comunicação em dezembro dias 1, 2 e 3. Será que eles tem medo de discutir sobre liberdade de expressão com a população?
por James Suggett, em 28.08.2009, no site Venezuelanalisys.com
Mérida -- O autor americano, dissidente intelectual e professor de linguística do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, Noam Chomsky, encontrou-se pela primeira vez com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em Caracas, e analisou a política do hemisfério durante um fórum transmitido nacionalmente pela TV na segunda-feira.
Chomsky é bem conhecido na Venezuela por suas críticas ao imperialismo americano e por seu apoio às mudanças políticas progressistas em andamento na Venezuela e em outros paises da América Latina em anos recentes. O presidente Chávez regularmente faz referencias a Chomsky em seus discursos e recomenda publicamente a leitura de um dos livros do autor, de 2003, chamado "Hegemonia ou Sobrevivência: A busca americana pelo domínio global".
"Hegemonia ou sobrevivêncvia; nós optamos pela sobrevivencia", disse Chávez em uma entrevista coletiva de boas vindas ao autor. Ele comparou as teses de Chomsky às teses da autora socialista Rosa de Luxemburgo do início do século 20, "Socialismo ou Barbárie", e se referiu a Chomsky como "um dos maiores defensores da paz, um dos grandes pioneiros por um mundo melhor".
Através de um intérprete, Chomsky respondeu que "escreve sobre paz e critica as barreiras à paz; isso é fácil. O que é mais difícil é criar um mundo melhor. E o que me excita sobre finalmente visitar a Venezuela é que posso ver como um novo mundo está sendo criado".
Durante o forum de segunda-feira, que foi transmitido pela TV estatal VTV, Chomsky citou o golpe em Honduras, que começou em 28 de junho, como o terceiro apoiado pelos Estados Unidos na América Latina só neste século, depois da tentativa contra Chávez em 2002 e da derrubada de Jean-Bertrand Aristide no Haiti, em 2004.
O acordo que vai permitir aos Estados Unidos aumentar sua presença militar em bases colombianas "é apenas parte de uma tentativa muito mais ampla de Washington de restaurar sua capacidade de intervenção", disse Chomsky.
De acordo com ele, a região tem capacidade de se unir e formar uma "zona da paz", na qual forças militares estrangeiras sejam impedidas de operar. "A Venezuela pode apresentar esta proposta, mas não pode fazê-lo sozinha", ele disse.
"As transformações que a Venezuela está fazendo em busca de criar um outro modelo sócio-econômico poderiam ter um impacto global se esses projetos forem bem sucedidos", disse o renomado autor.
A Aporrea.org, um site de análise de notícia popular na venezuela, descreveu Chomsky como orientado por "um socialismo libertário" e "veementemente anti-stalinista" ao introduzir uma entrevista com o autor na qual Chomsky disse que a política externa do presidente Barack Obama é parecida com a do segundo mandato do ex-presidente George W. Bush.
Chomsky tratou desse tema durante a conferência de segunda-feira, dizendo sobre Obama que "ele poderia ter muito a oferecer à América Latina se quisesse, mas não deu nenhum sinal de que pretende fazê-lo". Ele citou a postura indecisa dos Estados Unidos em relação ao golpe em Honduras como prova.
Chomsky também tratou das questões de liberdade de imprensa e de expressão nos Estados Unidos. "O sistema sócio-econômico dos Estados Unidos é desenhado de forma a que o controle da mídia fique nas mãos da minoria que é dona das grandes corporações... como resultado os interesses financeiros desses grupos estão sempre por trás da assim-chamada liberdade de expressão", ele disse.
Chomsky afirmou que a crescente frustração com o governo de Obama nos Estados Unidos era previsível, já que a mídia corporativa vendeu a candidatura de Obama com o slogan de "Mudança na qual podemos acreditar", mas omitou as propostas concretas de mudanças que ele pretendia e o governo Obama se demonstrou incapaz de instituir as mudanças.
Chomsky estava acompanhado em Caracas do co-fundador da South End Press e da ZMagazine e operador do sistema ZCom, Michael Albert, e do co-fundador da Venezuelanalysis.com, sociólogo Gregory Wilpert.
Aos noventas e dois anos completa-se uma história, a menina se fez moça, mulher, mãe, avó ... e com traços marcantes foi se esculpindo a imagem que todos nós guardaremos , obrigado por todos os de momentos de alegria compartilhados e por nos ter oferecido o ombro nas horas de dificuldades. Vá em paz, DEIXA SAUDADES.
A cúpula da Segurança Pública do Rio Grande do Sul parece haver se esquecido da máxima “bandido é bandido, polícia é polícia”. O mínimo que a sociedade espera é que os papéis não se confundam. Ao anunciar na manhã desta quinta-feira que irá apresentar um soldado da corporação como o autor do tiro que matou o trabalhador rural Elton Brum da Silva, a Brigada Militar rende-se a práticas comuns dentre aqueles a quem tem o dever legal e constitucional de combater.
É regra, e do conhecimento de todos, que dentro de determinadas estruturas, como o sistema prisional, por exemplo, alguém que não tem muito a perder assumir delitos que não cometeu, para livrar a cara de alguma “liderança”. Previsivelmente, o “autor” da morte do sem terra pertence ao nível mais sofrido da tropa; alguém que expõe diariamente sua vida em troca de oitocentos reais por mês. Não é um oficial graduado, mas um soldado. Verdade conveniente. Versão oficial. Caso encerrado.
Falo com conhecimento de causa. Sou filho de um soldado brigadiano, e passei minha infância praticamente dentro de um quartel da corporação. Ali aprendi, mesmo mal, a jogar bola e a fazer estilingue de forquilha; e a “bóia” do “rancho” até que era boa. Conheço muito bem a Brigada Militar e achava que determinadas práticas tinham ficado no passado. Mas estava enganado. Nada muda. Nada.
A demora não surpreende. Uma semana para criar uma versão convincente. Uma versão palatável, rapidamente digerida pela grande mídia, e comprada por quem não tem como saber exatamente o que aconteceu. Mas não por quem sabe. Mais fácil de explicar do que a autoria por um oficial. É só mais um Zé, quem sabe até um Silva, como o morto. E morto não fala. E esse, mesmo que falasse, estava de costas, também não iria ajudar muito.
“Assume aí, meu, assume que vai ser melhor pra ti. Depois a gente ajeita. Não vai dar nada, tu vai ser julgado lá mesmo, ninguém vai te condenar, e se tu tivé que puxá uma cana, vai sê pouquinho. A gente te segura, mano. Quebra essa que tu não vai te arrepender.” Fácil de imaginar, um diálogo desses. Mas se alguém pensa que pode ter acontecido dentro do Central, da PASC, PEJ ou em um barraco da Vila Bom Jesus, no Fragata ou no Camobi, deve rever seus conceitos.
Quem matou Elton Brum da Silva foi um Oficial da Brigada Militar do Estado, atirando pelas costas, num entrevero, depois de uma discussão. Se os cavalos do Regimento de Polícia Montada de Livramento pudessem falar, seria essa a sua versão. Mas a que vale, mesmo, é a oficial. E essa, meus amigos, já está escrita. E devidamente ensaiada.
(*) Advogado, ex-ouvidor agrário do Estado e ex-ouvidor da Secretaria de Segurança Pública.
A Brigada Militar matou o homem errado em São Gabriel. A denúncia foi feita pelo presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, deputado Dionilso Marcon (PT), na sessão plenária desta quarta-feira (26). O parlamentar quer que a governadora Yeda Crusius e a Secretaria da Segurança Pública revelem aos gaúchos o nome do assassino de Elton Brum da Silva e também digam qual sem-terra deveria morrer no seu lugar, durante operação da BM, na Fazenda Southall, em São Grabriel, na sexta-feira (21).
Marcon também contesta informações da BM sobre a falta de experiência dos policiais que estavam no local na hora do crime. “Não houve despreparo da corporação e o tiro não foi acidental. A ação foi planejada”, afirmou o deputado, ao esclarecer que Elton era natural de Canguçu e não de São Gabriel, como reproduziu a imprensa a partir das informações da BM. “Ele foi morto por engano. O sem-terra que deveria ter sido assassinado também é negro. Há uma lista de outras pessoas para serem mortas”, advertiu Marcon, que levará as denúncias ao Ministério Público Estadual.
A demora em tornar público o nome do autor do tiro que matou Elton também indigna o deputado Raul Pont. “Não é possível ter um sistema de segurança que compactue com o assassinato”, frisou. Para ele, a cumplicidade, a omissão e a conivência da governadora Yeda Crusius com esse episódio é inaceitável.
Raul Pont contrapôs a eficiência da BM para apurar os responsáveis pela morte do soldado ocorrida em 1990 na Praça da Matriz durante confronte entre BM e sem-terra com a ineficiência para apontar o assassino do sem-terra de 44 anos. “Naquela oportunidade, a BM teve estrutura, organização e efetivo para cercar o Paço Municipal e tomar depoimentos em busca do pretenso culpado. Agora, essa mesma corporação age com um corporativismo inaceitável. Não é possível ter um sistema de segurança que compactua com o assassinato”, ressalta Pont.
Você já deve estar informado, em todo caso, acabei de ver o vídeo do programa Entre aspas dessa terça e me parece que acabou a farsa.
Everardo Maciel insistiu, “isso é um factóide”, sobre essa novela da Lina Vieira.
Vale a pena ver e tirar as conclusões: clique aqui.
Comentário
O comentário inicial lido por Mônica Waldvogel é vergonhoso, antijornalístico, desonesto, porque desmentido ao longo de todo o programa pelos três entrevistados convidados. A Globonews perdeu o rumo.
Os três convidados são unânimes em afirmar que politização ocorreu na fase de Lina Vieira, não agora. Mônica atropela as conclusões da mesa redonda, desrespeita os telespectadores ao antecipar conclusões falsas. Principalmente sabendo-se que a abertura sempre é feita após o programa, com base nas conclusões levantadas.
Mulheres compõem ao menos 50% da população mundial. Porém, só obtiveram o direito ao voto e à participação na vida pública há menos de 100 anos, e sua participação na política é ínfima. No Brasil, as mulheres ocupam apenas 11% dos governos estaduais, 9,07% das prefeituras municipais, 8,77% das cadeiras da Câmara dos Deputados, 14,81% do Senado, média de 11,61% das Assembleias legislativas estaduais e Câmara Legislativa do DF, e 12,52% das Câmaras Municipais.
Essa participação, além de ter índices baixos, não é pacífica, mas cercada por obstáculos e insultos. Mulheres são frequentemente desestimuladas a participar dos destinos políticos do país, sofrendo pressão para reproduzirem apenas os papéis tradicionais, ligados à vida privada, mesmo quando ocupam cargos públicos. São inúmeras as entrevistas em que o foco é a vida familiar, e não a carreira política da candidata; matérias sobre a aparência, e não as propostas; discussões e críticas sobre a vida pessoal, mesmo quando não estão relacionadas com o cargo que ocupam.
Uma das formas de incentivar mulheres a participar da política é ampliar as campanhas de estímulo, como a “Mais mulheres no poder“. Outra forma é identificar o sexismo, analisando e procurando diminuir os obstáculos e insultos que desestimulam ou atrapalham o acesso das mulheres ao poder político. Uma das formas de se fazer isso será através deste blog.
Colaborações serão muito bem-vindas, seja por comentários, seja pelo email sexismonapolitica@gmail.com
GUERRILHEIROS VIRTU@IS saúdam este novo espaço para discussão de tão importante assunto. Estará em nossa lista de preferidos e poderá contar com nossa visita constante e, eventualmente, com colaborações.
Crise política só existe porque a crise econômica não ocorreu, diz Lula O presidente Luiz Inácio Lula da Silva creditou nesta terça-feira a existência de uma crise política ao fato de a crise financeira global não ter atingido o país como a oposição imaginava.
“Agora querem substituir uma crise econômica que não aconteceu por uma crise política que só a eles interessa e a mais ninguém nessa nação”, disse Lula em São Bernardo do Campo, durante encontro com políticos da região do ABC sobre a crise econômica. “A síntese da diferença entre nós e quem nos critica é que mais de 500 mil brasileiros deixaram a linha da pobreza desde outubro de 2008, quando fervilhava o colapso do [crédito imobiliário de alto risco] subprime nos Estados Unidos.” Segundo o presidente, o governo agiu para evitar que a crise econômica se instalasse no país, “mesmo não sendo culpa nossa”. Citou, entre outras medidas, a ampliação do crédito através dos bancos públicos, as desonerações fiscais sobre alguns setores produtivos, o aumento das reservas e o reforço nos investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), especialmente sobre a exploração do petróleo da camada pré-sal.
Lula ressaltou ainda que as questões partidárias não fazem parte da análise de projetos de investimento do governo federal. “Duvido que a gente encontre no Brasil um prefeito de qualquer partido que seja que diga que deixou de receber algum apoio do governo federal”, disse.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Porisso a extrema importância do CONFECOM em nosso país. Estivemos no sábado em um curso de formação, em Cuiabá, sobre o assunto e a partir desta quarta iremos nos aprofundar nas discussões buscando auxiliar na realização do evento em Mato Grosso, preparatório para o nacional.
O Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul manifesta seu pesar pelo falecimento do trabalhador rural sem terra, Elton Brum da Silva, morto com um tiro disparado durante ação truculenta realizada pela brigada militar do Estado hoje pela manhã, em São Gabriel.
Entidades que lutam pelos direitos humanos no Rio Grande, no Brasil e internacionalmente, tem pré-anunciado que acabaria em tragédia a atual política de segurança que busca, a todo momento, criminalizar e tratar como caso de polícia os movimentos sociais no RS.
Esperamos que haja das autoridades competentes uma rigorosa investigação e punição dos responsáveis diretos e indiretos por mais este episódio que mancha a história do nosso Estado.
O PT reafirma seu compromisso histórico com a reforma agrária e os que por ela lutam.
Porto Alegre, 21 de agosto de 2009. Olívio de Oliveira Dutra Presidente do Partido dos Trabalhadores - RS
No dia 23 de agosto de 1954, Getúlio Vargas mandou avisar, através do jornal "Última Hora", o único que não aderira à campanha contra seu governo: "Só saio morto do Catete".
A UDN e Carlos Lacerda - que queriam depor o presidente - acreditaram que era um blefe.
No dia 24 de agosto, há exatos 55 anos, Vargas cumpriu a promessa: deu um tiro no peito e adiou por dez anos o golpe da direita.
Quatro décadas depois, a nova UDN tentou matar Vargas pela segunda vez. Fernando Henrique Cardoso prometeu "enterrar a era Vargas". Não conseguiu.
O mito se esvaece, mas Vargas sobrevive no Estado brasileiro
Curiosamente, há pouca gente no Brasil hoje que se define como "getulista". O culto a Vargas, felizmente a meu ver, não existe. Mas Vargas sobrevive no Estado brasileiro.
O BNDES é Vargas, os bancos públicos são Vargas, a Petrobrás é Vargas, a Previdência Social (cheia de defeitos, mas um dos maiores programas sociais do mundo) é Vargas. E o Bolsa-Família, de certa forma, também é Vargas.
Outro fato curioso: na Argentina, Perón sobrevive como um mito. Ele e Evita são cultuados. Mas o Estado que ele criou não existe mais. Foi desmontado por um "peronista", Carlos Menem, que levou o neo-liberalismo ao pé da letra.
Na Argentina, o mito de Perón sobrevive, enquanto o Estado peronista desapareceu.
No Brasil, o mito de Vargas se esvaeceu.
Mas, no Estado brasileiro, Vargas sobrevive.
Para mim, é prova de que a obra dele foi maior, muito mais duradoura, do que a obra de Perón.
A idéia do Estado forte está entranhada na mente dos brasileiros. Maior prova disso é a foto boçal do candidato udenista, em 2006. Alckmin precisava provar que não venderia o Estado brasileiro, como fizera o governo de seu partido nos anos 90. É a prova maior de que FHC falhara na tentativa pretensiosa de "enterrar a era Vargas".
Curiosamente, também, no comando do Estado brasileiro hoje está uma facção politica que fazia a crítica de Vargas. Lula e os sindicalistas do ABC pensavam que iriam "superar" Vargas. Influenciados pelos acadêmicos paulistas, como Weffort (que era tucano, mas esquecera de avisar), reduziam Vargas com dois conceitos simplistas: "populista" e "paternalista".
Por ironia da história, o governo Lula a meu ver passou bem pela grave crise internacional porque soube manejar bem os instrumentos criados por Vargas.
Guido Mantega, ironizado pelos sabichões tucanos das PUCs e USPs, conduziu com maestria o contra-ataque à crise. Manejando bem as alavancas do Estado. Os bancos públicos ajudaram a destravar o crédito. Se tivéssemos vendido tudo, como queriam os tucanos, qual ferramenta teria o Brasil para enfrentar a crise?
O Guido Mantega, com seu sotaque de genovês, mas com seu apreço pelo Brasil, pode não saber: mas ele também é um pouco Getúlio Vargas.
O Estado - demonizado nos anos 90 - ajudou a salvar o Brasil da crise...
Getúlio Vargas foi um ditador. Foi. Ponto. O Estado Novo foi uma ditadura.
Mas reduzir Vargas a isso é pensar pequeno.
O Brasil precisa lembrar do Vargas dos anos 50: eleito pelo povo, nacionalista, indepedente. Lembrar dele não como um mito, acima do bem do mal. Mas como prova de que o Brasil dá certo. Sempre que abandona o complexo de colônia, e age com independência, o Brasil cresce e melhora.
Lembrar o suicídio de Vargas é lembrar, também, que a UDN sobrevive. Com outros nomes. Mas, como há 55 anos, a UDN sonha com o golpe. Eles vivem de golpes. É preciso enfrentá-los.
Há 55 anos, sem saída, Vargas deu um tiro no peito.
Hoje, simbolicamente, o tiro tem que ser na direção do inimigo. Na direção daqueles que - como há meio século - querem retomar o Estado para vender o Brasil.
"Enfrentamos a ira dos poderosos que não se conformaram em perder o poder; eles sabem que aqui na Bolívia, um índio, cocaleiro e no Brasil, um metalúrgico, sindicalista estão fazendo mais do que eles fizeram em todo o século XX."
Porto-alegrenses votaram "não" à construção de residenciais no local
Atualizada às 20h36min
A consulta pública deste domingo sobre a construção ou não de prédios residenciais na área do antigo Estaleiro Só resultou com uma vitória esmagadora do "não": 18.212 votaram para que o projeto tenha apenas áreas comerciais. A favor das residências, apenas 4.362. A votação ocorreu das 9h às 17h em 330 urnas distribuídas em 89 locais.
Após o anúncio da vitória do "não", o vice-prefeito José Fortunati agradeceu o apoio dos servidores e dos envolvidos com a consulta pública. E antecipou:
— A consulta pública veio para ficar em Porto Alegre.
ZEROHORA.COM
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: E quem fez a pergunta se queríamos algum prédio naquela área???
NÃO A QUALQUER CONSTRUÇÃO QUE IMPEÇA NOSSO POVO DE SEU MAIOR CARTÃO POSTAL! NÃO QIUEREMOS PRÉDIO NENHUM LÁ!!!
DEIXE DE SER OMISSO, SR. PREFEITO, DETONE ESTA APROPRIAÇÃO PRIVADA DO QUE É BELO!
VC É UM ÍCONE DA MÚSICA EM NOSSO ESTADO E EM NOSSA CIDADE, NÃO DESTRUA ISTO!!!!
GUERRILHEIROS VIRTU@IS CANTARÃO A LINDA VENTO NEGRO ATÉ O FIM DE SEUS DIAS!!!!
SENÃO, OS VENTOS SERÃO OUTROS... (TALVEZ MAIS NEGROS AINDA...) PENSE BEM, AINDA COMO PROFESSOR DE CURSINHO, COMO VC FOI, E SE LANÇOU NA POLÍTICA....
O MST acaba de divulgar nota pública sobre o assassinato de Elton Brum pela Brigada Militar do Rio Grande do Sul:
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público, manifestar novamente seu pesar pela perda do companheiro Elton Brum, manifestar sua solidariedade à família e para:
1. Denunciar mais uma ação truculenta e violenta da Brigada Militar do Rio Grande do Sul que resultou no assassinato do agricultor Elton Brum, 44 anos, pai de dois filhos, natural de Canguçu, durante o despejo da ocupação da Fazenda Southall em São Gabriel. As informações sobre o despejo apontam que Brum foi assassinado quando a situação já encontrava-se controlada e sem resistência. Há indícios de que tenha sido assassinado pelas costas.
2. Denunciar que além da morte do trabalhador sem terra, a ação resultou ainda em dezenas de feridos, incluindo mulheres e crianças, com ferimentos de estilhaços, espadas e mordidas de cães.
3. Denunciamos a Governadora Yeda Crusius, hierarquicamente comandante da Brigada Militar, responsável por uma política de criminalização dos movimentos sociais e de violência contra os trabalhadores urbanos e rurais. O uso de armas de fogo no tratamento dos movimentos sociais revela que a violência é parte da política deste Estado. A criminalização não é uma exceção, mas regra e necessidade de um governo impopular e a serviço de interesses obscuros, para manter-se no poder pela força.
4. Denunciamos o Coronel Lauro Binsfield, Comandante da Brigada Militar, cujo histórico inclui outras ações de descontrole, truculência e violência contra os trabalhadores, como no 8 de março de 2008, quando repetiu os mesmos métodos contra as mulheres da Via Campesina.
5. Denunciamos o Poder Judiciário que impediu a desapropriação e a emissão de posse da Fazenda Antoniasi, onde Elton Brum seria assentado. Sua vida teria sido poupada se o Poder Judiciário estivesse a serviço da Constituição Federal e não de interesses oligárquicos locais.
6. Denunciamos o Ministério Público Estadual de São Gabriel que se omitiu quando as famílias assentadas exigiam a liberação de recursos já disponíveis para a construção da escola de 350 famílias, que agora perderão o ano letivo, e para a saúde, que já custou a vida de três crianças. O mesmo MPE se omitiu no momento da ação, diante da violência a qual foi testemunha no local. E agora vem público elogiar ação da Brigada Militar como profissional.
7. Relembrar à sociedade brasileira que os movimentos sociais do campo tem denunciado há mais de um ano a política de criminalização do Governo Yeda Crusius à Comissão de Direitos Humanos do Senado, à Secretaria Especial de Direitos Humanos, à Ouvidoria Agrária e à Organização dos Estados Americanos. A omissão das autoridades e o desrespeito da Governadora à qualquer instituição e a democracia resultaram hoje em uma vítima fatal.
8. Reafirmar que seguiremos exigindo o assentamento de todas as famílias acampadas no Rio Grande do Sul e as condições de infra-estrutura para a implantação dos assentamentos de São Gabriel.
Exigimos Justiça e Punição aos Culpados!
Por nossos mortos, nem um minuto de silêncio. Toda uma vida de luta!
Reforma Agrária, por justiça social e soberania popular!
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Nem podemos comemorar nossa milésima postagem (a anterior a esta) visto a gravidade do fato. Nos declaramos em LUTO por mais esta "tragédia anunciada" proporcionada pela inimiga nº 1 dos movimentos sociais do RS: a indiciada (ainda não por mais este crime) Yeda Crusius!
Segundo o presidente da Comissão e Cidadania e Direitos Humanos - CCDH da Assembleia Legislativa do RS, deputado Marcon (PT), foi um disparo de calibre 12, pelas costas, que matou o agricultor Elton Brun da Silva de 44 anos.
O presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos- CCDH, da Assembleia Legislativa do RS, deputado Dionilso Marcon (PT), confirma o assassinato pela BM, de um agricultor Sem Terra no momento da desocupação da fazenda Southall, em São Gabriel, realizada hoje (21) pela Brigada Militar. O deputado está se dirigindo nesse momento para o local do conflito. Ontem, militantes da Via Campesina denúnciaram na CUT-RS que a polícia aplicou choques elétricos em militantes do MST em São Gabriel. O filho do deputado Federal Adão Pretto, Edegar Pretto,também está se deslocando para o local do conflito. Pelo visto Yeda criou dois fatos relevantes para desviar o foco da CPI e da corrupção de seu governo: o dos pedágios e agora o assassinato de um agricultor sem terra.
Os quatro cenários apresentados pelo Jornal da Bandeirantes. A pesquisa Vox Populi tem margem de erro de 2,2%, foi feita com 2 mil eleitores em 23 estados entre 31/07 e 04/08.
Walna Vilarins Menezes, A todo-poderosa assessora de Yeda Crusius, foi indiciada hoje à tarde pela Polícia Federal, em um dos 14 inquéritos abertos a partir da Operação Solidária, que investiga fraudes em licitações de obras rodoviárias e de saneamento. As fraudes teriam levado ao desvio de R$ 300 milhões dos cofres públicos. Ela responde pelos crimes de corrupção passiva e formação de quadrilha.
Na semana passada, o ex-secretário de governo de Canoas, Chico Fraga, e mais 18 pessoas, entre elas Neide Bernardes, representante da Magna Engenharia, foram indiciados em outro inquérito fruto das investigações da Operação Solidária. Neide foi flagrada conversando com Walna sobre “flores”, “arranjos”, “bonsai” e “projeto de jardim”. Conforme as investigações, esses termos seriam uma forma encobrir um acerto de valores. Walna seria o elemento de ligação entre o governo do Estado e os empresários. Walna entrou pelos fundos da PF e permaneceu calada durante a oitiva. Segundo o superintendente da Polícia Federal, Ildo Gaspareto, a assessora de Yeda Crusius "Chegou com advogado, foi informada de que teria o direito de permanecer em silêncio e se não respondesse aos questionamentos seria indiciada. Como permaneceu em silêncio foi indiciada por corrupção passiva e formação de quadrilha.".
Segundo o depoimento de Lair Ferst ao MPF, a Magna Engenharia teria doado R$ 100 mil não contabilizados para a campanha de Yeda. Os valores teriam sido entregues por Edgar Candia (responsável pela empresa) a Marcelo Cavalcante e Aod Cunha.
Não há fotos nítidas da enigmática assessora palaceana. Durante muito tempo, o jornalismo amigo evitava inclusive mencionar sua existência. Hoje à tarde, na Assembléia Legislativa, deputados da base aliada evitavam comentar o caso.
"Walna" é um nome maldito e uma imagem proibida no Rio Grande do Sul. No Piratini, evoca histórias tristes sobre os mortos e provoca calafrios nos vivos.
Segundo o Jornal A Gazeta e o Mídia News, existe uma negociação em curso para que o suplente de deputado estadual Carlos Avalone (PSDB), assuma na Assembléia no lugar de Chica Nunes (PSDB). Esta suposta negociação é tão esdrúxula e absurda, que me parece improvável, mas, se a informação procede, o PSDB de MT caminha para a total desmoralização.
Vamos por partes:
Está em curso um processo de expulsão de Chica no conselho de ética do partido, um processo que se arrasta por meses. Chica ocupa o cargo de deputada por força de uma liminar. Ela é acusada de compra de votos. Além disso, ela é acusada de ter desviado da Câmara de Cuiabá, no período em que foi presidente, algo como R$ 10 milhões.
Carlos Avalone deixou ontem a cadeia onde esteve preso acusado pelo Ministério Público Federal de participar de um esquema para fraudar as licitações do PAC. Se as acusações procedem ou não, só as investigações que serão feitas daqui pra frente é que poderão responder.
Ora, ora, ora. Esta operação Pacenas pode comprometer e prejudicar a candidatura do prefeito e presidente estadual do PSDB, Wilson Santos, ao governo. Caso o partido se mobilize para “arrumar” a vida de Avalone e de quebra, salvar Chica da expulsão, estará chancelando o suposto esquema do PAC. Ou seja, o crime, se de fato aconteceu, deixará de ser um esquema de empreiteiras para ser partidário.
Quando olho no espelho e vejo meus cabelos nevados. Quando toco minha face, deslizo a mão suavemente como se estivesse percorrendo um caminho cheio de lombadas. São rugas. São sinais da idade. Nem mais sorrir, eu posso. O tempo vai esculpindo verdades, qual navalha vai fazendo retoques e deixando cicatrizes que eram mostradas para meus filhos e amigos com orgulho, como se fossem amuletos. Neste corpo pouco se pode acrescentar, só cirurgicamente cortar as partes menos interessantes.
Nos primórdios da humanidade o processo de sobrevivência levou os animais desenvolverem a seleção natural. Os mais frágeis e debilitados eram eliminados para que não se tornassem um peso-morto para os demais membros do grupo. Assim, crianças débeis, velhos e inválidos sucumbiam inapelavelmente. Eram descartados.
Na atualidade foi repaginada essa concepção nos planos de saúde. Nenhum plano quer crianças débeis, velhos e inválidos. Podem entrar, mas, a voracidade com que lhe cai ás prestações aniquila o pouco que lhe resta de suas forças. A seleção natural do mercado quer captar os moços fortes, capazes e produtivos, pois na relação custo x benefício, representam menos perigo a economia e ao interesse que gere cada um dos planos comercializados do país.
A constituição Federal de 1988, no artigo 5°, estabelece um leque de garantias, entre as quais, a completa vedação da discriminação, de seletividade, enfim, de meios que elejam ou privilegiam grupos em detrimentos de parcelas que representam minorias. A insônia é assegurada na lei. Os planos de saúde de uma pessoa de sessenta anos sofrem uma majoração absurda que não resta alternativa que não seja se resignar a pagar, ou sair do plano. Há algumas décadas a longevidade estava em níveis bem menores, porém, a qualidade de vida e os avanços, sobretudo da medicina, proporcionaram um esticamento da expectativa de vida e o que seria um premio, agora se revela um castigo para os mais fragilizados – viver os seus últimos anos de vida na penúria e sem a cobertura de seu plano de saúde.
O ingresso de uma pessoa com sessenta anos é difícil, caro e inviável. Esquecem-se da contribuição passiva dessas pessoas ao longo de sua existência e, sobretudo, que com sessenta anos, se atendido corretamente poderá atingir a idade próxima a 80 ou mais anos de vida. O que não difere muito da expectativa de contribuição de algumas décadas atrás. Não há, portanto, significativas diferenças de custo para planos de saúde em relação à idade. Alem do que, vão ter de se ajustar rapidamente, pois cada década aumenta a longevidade, se reduz a taxa de natalidade, ou seja, daqui a pouco o filão do negócio saúde estará nessa faixa etária atualmente desprezada.
Antes de aderir aos planos de saúde, olhe as taxas que são cobradas dos mais velhos. O velho de hoje foi jovem e, não se esqueça que a cada ano se aproxima a oportunidade de estar lá. A sua omissão de hoje, será peso para quantificar e qualificar o serviço que terá no futuro.
“Uma pesquisa estimulada do Datafolha, publicada na edição deste domingo do jornal Folha de S.Paulo, aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve sua aprovação durante a crise no Senado. A atuação de Lula em seu segundo mandato é tida como ótima/boa por 67% dos entrevistados, uma redução de dois pontos percentuais (dentro da margem de erro) ante os 69% obtidos por ele em maio. A avaliação regular subiu de 24% para 25% e ruim/péssimo de 6% para 8%. O levantamento entrevistou 4,1 mil pessoas, em 171 municípios, entre os dias 11 e 13 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A crise do Senado tem foco no presidente da casa, o senador José Sarney (PMDB-AP). Ele é alvo de uma série de denúncias que incluem cometer irregularidades na administração da Casa, empregar pessoas ligadas à sua família e desviar dinheiro público por meio de uma fundação que leva o seu nome.
Com o resultado da pesquisa divulgada pelo jornal, Lula está a apenas três pontos de seu recorde pessoal (70%), obtido em novembro de 2008.
Se por um lado Lula conseguiu manter seu nível de aprovação, o mesmo não se pode dizer do Congresso Nacional. No mesmo levantamento, o Datafolha apontou que as casas legislativas do País tiveram 44% de péssimo, 36% de regular e 14% de ótimo/bom, ante 34% de péssimo, 41% de regular e 19% de ótimo/bom obtidos no levantamento de maio.”
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Vamos fazer um ato organizado sem cair nas provocações dos que estão defendendo a des-governadora, afinal eles estão lá por um motivo profissional....
É inacreditável como a imprensa está cobrindo a operação Pacenas da Polícia Federal (PF) a respeito do esquema de fraude nas licitações em obras do PAC - um desvio dos cofres públicos de cerca de R$ 400 milhões - em Cuiabá e em Várzea Grande (MT). Já estão presos nada mais, nada menos do que o procurador geral da prefeitura de Cuiabá e mais quatro servidores, membros das comissões de licitação da Companhia de Saneamento da Capital, mais outros funcionários da prefeitura de Várzea Grande, além dos empresários e executivos envolvidos no esquema. A mídia noticia, mas esconde que Cuiabá é governada pelo tucano Wilson Santos - sim, é um prefeito do PSDB. Já Várzea Grande (cidade vizinha à capital matogrossense) é governada por Murilo Domingos do PR. Imaginem vocês! Se fossem prefeituras do PT, o nome do partido estaria estampado nas manchetes, com a legenda citada em todos os parágrafos... Mas neste caso não. Você lê a matéria do início ao fim e não encontra nenhuma menção ao nome do prefeito, muito menos de qual partido é, nada sobre a legenda que governa a cidade. Isso sim é objetividade jornalística! Zé Dirceu.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS, RECÉM CHEGADOS DO RS (ESTARRECIDOS), ONDE A 'PROBA' GOVERNADORA ESTÁ ENTERRADA ATÉ O PESCOÇO EM UMA SÉRIE DE SÉRIAS DENÚNCIAS, CHEGAM À CUIABÁ E, SURPRESOS (E IGUALMENTE ESTARRECIDOS) ENCONTRAM O 'PROBO' PREFEITO SEGUINDO OS MESMOS PASSOS... PASSOS ESTES QUE PARECEM SER "A" MARCA REGISTRADAS DO PSDB!
Vídeo produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre com depoimentos contra o projeto Pontal do Estaleiro, na Orla do Rio Guaíba. No próximo dia 23 de agosto acontecerá uma "consulta pública" que poderá impedir a construção de residências na área. A "consulta" é facultativa mas é direito e obrigação de todos os cidadãos preservarem o meio ambiente, especialmente para as gerações futuras. Dia 23 de agosto de 2009, diga NÃO para a agressão imobiliária ao nosso Guaíba!
Dia 23 de agosto, VOTE NÃO ao Pontal na "consulta pública"!
Gravado no dia 1º de agosto de 2009, ao lado da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. Direção de Carlos Gerbase.
O Ministério Público Federal protocolou hoje, junto a 3ª Vara Federal de Santa Maria, uma ação civil de improbidade administrativa contra a governadora Yeda Crusius (PSDB) e mais oito pessoas: Carlos Crusius (marido da governadora), deputado federal José Otávio Germano (PP), deputados estaduais Luiz Fernando Zachia (PMDB) e Frederico Antunes (PP), presidente do Tribunal de Contas do Estado, João Luiz Vargas, Walna Villarins Meneses (assessora da governadora), Delson Martini (ex-secretário geral do governo estadual), Rubens Bordini (vice-presidente do Banrisul e ex-tesoureiro da campanha de Yeda). Pesam sobre eles acusações de enriquecimento ilícito, dano ao erário e infração de princípios administrativos, crimes relacionados à fraude que desviou cerca de R$ 44 milhões do Detran gaúcho.
Entre outras coisas, a ação pede o afastamento dos denunciados que ocupam cargos públicos enquanto perdurar o processo, o bloqueio de bens dos mesmos, e a quebra de sigilo envolvendo as provas pertinentes ao processo. A ação civil de improbidade administrativa prevê as seguintes sanções: perda dos bens adquiridos ilicitamente, ressarcimento do prejuízo aos cofres públicos, perda do cargo ou função pública, suspensão dos direitos políticos por um período de 8 a 10 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratação com o setor público.
Os procuradores que participaram da coletiva não apresentaram maiores detalhes sobre as acusações, destacando que isso só poderá ocorrer após a manifestação da Justiça Federal. Segundo o MP Federal, as acusações referem-se a uma segunda etapa das investigações em torno da fraude no Detran, com novos elementos relativos à destinação de dinheiro público para partidos e pressões exercidas por governos.
O jornal dos Frias anunciava, em junho: “Brasil está em recessão”. Analistas sérios, na época, apontaram o erro grosseiro. Stephan Kannitz, por exemplo. Ele não é um “lulo-petista”. Vejam aqui o que dizia o blog do Kannitz sobre a manchete da “Folha” – http://brasil.melhores.com.br/2009/06/a-crise-da-imprensa.html.
Pois bem: agora é a “Folha” mesmo quem desmente a “Folha”, com a manchete de 28 de julho: “Recessão no Brasil acabou em maio, avaliam bancos”.
Uai, mas a “Folha” não dizia – em junho – que o Brasil estava em recessão? Só que a recessão acabou em maio?
Nem a “Folha” entende a “Folha”. Por essas e outras, cancelei minha assinatura. Não é só a ficha da Dilma que é falsa no jornal da Barão de Limeira. Os números da economia também.
Sobra o que? Posso confiar na tabela atualizada do Brasileirão?
Coletiva do MPF sobre a Operação Rodin será hoje à tarde
Forte expectativa ronda a coletiva que promotores do Ministério Público Federal (MPF) concederão hoje à tarde em Porto Alegre, na sede da Procuradoria da República. Na pauta, detalhes dos desdobramentos da Operação Rodin (que investiga, dentre otras cositas más, o paradeiro de mais de 40 milhões de reais desviados do DETRAN) e nomes dos novos indiciados. A cúpula do Piratini está em polvorosa. A oposição está 'na moita'. Governadora Yeda Rorato Crusius (PSDB)... subiu a Serra.
Economia Quinhenta e três mil pessoas saíram da pobreza durante a crise
Brasília - Ao comparar o número de pobres existentes, no Brasil, antes e durante a crise financeira internacional, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) chegou à conclusão de que, apesar dos efeitos nocivos da crise para a economia nacional, 503 mil pessoas deixaram a condição de pobreza nas seis principais regiões metropolitanas do país.
A afirmação foi feita hoje (4) pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, durante o lançamento do estudo Desigualdade e Pobreza no Brasil Metropolitano Durante a Crise Internacional: Primeiros Resultados. O estudo abrange as regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre.
“De 2002 para cá, temos 4 milhões de pessoas a menos vivendo em condições de pobreza no conjunto dessas seis regiões. Na comparação do período atual com o período anterior à crise, verificamos que 503 mil pessoas saíram da pobreza”, disse Pochmann. Parte disso, segundo ele, se deve às políticas nacionais que visaram proteger a base da pirâmide social.
“Houve uma série de decisões que ajudaram a criar uma rede de proteção social àqueles segmentos mais vulneráveis da população brasileira”, afirmou o presidente do Ipea. “Entre elas, a elevação do salário mínimo e a ampliação do programa Bolsa Família, que impediram que o Brasil aumentasse a pobreza, como havíamos observado em outros momentos de crise”, completou.
O estudo comparou o número de pobres entre outubro de 2007 e junho de 2008 com o do período entre outubro de 2008 e junho de 2009. Das 503 mil pessoas que saíram da condição de pobreza – cuja renda per capita da família é de meio salário mínimo – quase 63% localizavam-se na região metropolitana de São Paulo.
Pedro Peduzzi Repórter da Agência Brasil - Link para o original aqui
Cometários: Lula tinha razão. Era só uma marolinha, e das boas...
'Tem gente tão imbecil, tão ignorante, que ainda fala ‘o Bolsa-Família é para deixar as pessoas preguiçosas porque quem recebe não quer mais trabalhar’'.
Adão Paiani envia artigo comentando matéria publicada pelo jornal Zero Hora e a atual situação política em que se encontra o governo gaúcho:
A matéria denominada “Um novo recomeço”, publicada em 25 de julho no jornal Zero Hora, fala com uma clareza surpreendente, dos condicionantes a que está submetida Yeda Crusius na propalada reforma do seu secretariado; prevista para o retorno das férias que concedeu ao Rio Grande, essas, infelizmente, ainda não definitivas.
Premida pela realidade; sem ter mais como justificar os delitos praticados dentro de seu próprio gabinete e na tentativa desesperada de salvar um governo que já acabou; a Governadora precisa agora achar uma fórmula de trocar as peças de seu tabuleiro carcomido sem ferir suscetibilidades, quando deveria; se não tivesse nada a temer, como mandante ou cúmplice; demitir os envolvidos e deixar para a justiça decidir as questões legais. Ao invés disso, fala agora em “remanejamento” das figuras mais notórias, dentro da própria estrutura governamental. É o tirar, não tirando. É o sair não saindo. É dar a oportunidade de se manter o esquema em outras e, preferencialmente, próximas latitudes.