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Quem somos nós

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Um casal a beira de um ataque de nervos

domingo, 22 de maio de 2011

DIGA NÃO A REELEIÇÃO. É SUA ÚNICA CHANCE DE MUDANÇA.




Tenho ouvido dizer que fulano de tal fez um bom mandato e por isso deve ser reeleito.
Entendo que não.
Caso tenha feito um bom mandato: agradeça.
Cumpriu sua obrigação.
Muito diferente de eternizá-lo no poder, até porque um mandato tem tempo suficiente para apresentar e desenvolver projetos e com a reeleição se impede que o novo, com todas as inconveniências da inexperiência, possa trazer oxigênio a nossas instituições tão mal-vistas, justamente por aqueles a quem deveriam proteger.

Assim, não reeleja nem seu presidente de bairro.
Possivelmente, os novos possam cometer erros, pecarem em alguns aspectos mas estarão motivados a promover as mudanças e, ainda que seja por algum tempo, sem o domínio daqueles vícios que a sociedade tanto deplora e que seguidamente tem sido veiculado.
Não vote em família, pois estará perpetuando uma dinastia, criando clãs e retrocedendo no tempo, legitimando situações, poder, fortuna e, sobretudo, se tornando devedor de vassalagem.
Não acredite no novo por idade.
Pode ser que aquela senhora de cabelos grisalho seja mais nova em idéias que muitos “jovens” serviçais do continuísmo.
O novo prescinde do tempo.

Seja em qualquer nível de eleição devemos ter cuidado com os “filhotes” criados sob as “asas super-poderosas” e que convenientemente são inçados na condição de primogênitos a qual toda a vassalagem deve curvar-se.

Nem acredite nesses “mitos” criados a respeito de fazedores de justiça, nem no bom-mocismo de ventríloquos que se apoderam dos meios de comunicação para alienar ao invés de informar.
Eles estão ai.
Basta ver os jornais quem é o dono da justiça?
Liga a TV e me diz: Quem são os ventríloquos?
Acha que perpetuando essa classe que está no Poder em Mato Grosso pode haver mudança?
Seu presidente de bairro com quem está abraçado?
Quem ele apoiou na última eleição?
Acha então que ele quer mudanças para seu bairro?
A mudança começa no quintal de sua casa.
Hilda Suzana Veiga Settineri

1 comentários:

Eduardo Ramos disse...

Me disseram que na Costa Rica, nenhum ocupante de cargo eletivo pode ser reeleito. Significa que ele sequer pode tentar outra eleição um mandato depois. Muito mais gente tem oportunidade de concorrer e se eleger para algum cargo. Nunca chquei a veracidade dessa informação com medo de romper a imagem positiva que fiquei do País. Aliás na Costa Rica não há exercito.
Mesmo que se trate de um País atrelado aos EUA - quase como o Panamá - tive a impressão que esse é o mais justo modelo de política eleitoral que já ví.
Contanto que se desfaçam também os grandes lobbys. Mas, no mínimo, eles vão ter um trabalhão tendo que renovar constantemente seus "representantes" no poder.
Ah! Seis anos com referendo!