UM BLOG DESTINADO A DESAFIAR AS ESTRUTURAS VIGENTES, INTERNA E EXTERNAMENTE AO PARTIDO DOS TRABALHADORES, SEMPRE TENDO EM VISTA UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, SEM OPRESSORES NEM OPRIMIDOS, SEM DONOS E ESCRAVOS.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Que tiro certo, Bessinha!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Aclamado por estudantes, Lula é homenageado em Paris
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Precisamos de muita coragem
”Nós precisamos de coragem para nos levantar em favor do direito, onde reina a injustiça. Sem a coragem você não pode galgar nenhuma montanha; sem coragem nunca poderá chegar ao fundo de sua alma. Para enfrentar o sofrimento você precisa de coragem; só com coragem você pode estender a mão ao caído e levantá-lo. Precisamos de coragem para gerar filhos e filhas para este mundo. Para encontrar a coragem necessária precisamos nos ligar ao Criador. É Ele que suscita em nós coragem em favor da justiça”.sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Jeferson Fernandes branda na Tribuna da Assembléia gaúcha: a água de São Luiz tem dono, o povo!
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| Jeferson Fernandes, o deputado missioneiro |
Pescado do blog do Charles Bakalarczyk
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Judiciário suspende licitação de água em São Luiz Gonzaga
GUERRILHEIROS VIRTU@IS postam mais esta maracutaia que estão tentando fazer com um bem que é de todos!
Para nossos companheiros de Cuiabá refletirem!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Cid Gomes o ditador da educação
Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas - Nova Iorque/EUA
Nova Iorque-EUA, 21 de setembro de 2011
Senhor presidente da Assembleia Geral, Nassir Abdulaziz Al-Nasser,Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,
Senhoras e senhores chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e senhores,
Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna, que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo.
É com humildade pessoal, mas com justificado orgulho de mulher, que vivo este momento histórico.
Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste Planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres.
Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino, e são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje.
Senhor Presidente,
O mundo vive um momento extremamente delicado e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade histórica. Enfrentamos uma crise econômica que, se não debelada, pode se transformar em uma grave ruptura política e social. Uma ruptura sem precedentes, capaz de provocar sérios desequilíbrios na convivência entre as pessoas e as nações.
Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção. Ou nos unimos todos e saímos, juntos, vencedores ou sairemos todos derrotados.
Agora, menos importante é saber quais foram os causadores da situação que enfrentamos, até porque isto já está suficientemente claro. Importa, sim, encontrarmos soluções coletivas, rápidas e verdadeiras.
Essa crise é séria demais para que seja administrada apenas por uns poucos países. Seus governos e bancos centrais continuam com a responsabilidade maior na condução do processo, mas como todos os países sofrem as consequências da crise, todos têm o direito de participar das soluções.
Não é por falta de recursos financeiros que os líderes dos países desenvolvidos ainda não encontraram uma solução para a crise. É – permitam-me dizer – por falta de recursos políticos e, algumas vezes, de clareza de ideias.
Uma parte do mundo não encontrou ainda o equilíbrio entre ajustes fiscais apropriados e estímulos fiscais corretos e precisos para a demanda e o crescimento. Ficam presos na armadilha que não separa interesses partidários daqueles interesses legítimos da sociedade.
O desafio colocado pela crise é substituir teorias defasadas, de um mundo velho, por novas formulações para um mundo novo. Enquanto muitos governos se encolhem, a face mais amarga da crise – a do desemprego – se amplia. Já temos 205 milhões de desempregados no mundo – 44 milhões na Europa, 14 milhões nos Estados Unidos. É vital combater essa praga e impedir que se alastre para outras regiões do Planeta.
Nós, mulheres, sabemos – mais que ninguém – que o desemprego não é apenas uma estatística. Golpeia as famílias, nossos filhos e nossos maridos. Tira a esperança e deixa a violência e a dor.
Senhor Presidente,
É significativo que seja a presidenta de um país emergente – um país que vive praticamente um ambiente de pleno emprego – que venha falar, aqui, hoje, com cores tão vívidas, dessa tragédia que assola, em especial, os países desenvolvidos.
Como outros países emergentes, o Brasil tem sido, até agora, menos afetado pela crise mundial. Mas sabemos que nossa capacidade de resistência não é ilimitada. Queremos – e podemos – ajudar, enquanto há tempo, os países onde a crise já é aguda.
Um novo tipo de cooperação, entre países emergentes e países desenvolvidos, é a oportunidade histórica para redefinir, de forma solidária e responsável, os compromissos que regem as relações internacionais.
O mundo se defronta com uma crise que é, ao mesmo tempo, econômica, de governança e de coordenação política.
Não haverá a retomada da confiança e do crescimento enquanto não se intensificarem os esforços de coordenação entre os países integrantes da ONU e as demais instituições multilaterais, como o G-20, o Fundo Monetário, o Banco Mundial e outros organismos. A ONU e essas organizações precisam emitir, com a máxima urgência, sinais claros de coesão política e de coordenação macroeconômica.
As políticas fiscais e monetárias, por exemplo, devem ser objeto de avaliação mútua, de forma a impedir efeitos indesejáveis sobre os outros países, evitando reações defensivas que, por sua vez, levam a um círculo vicioso.
Já a solução do problema da dívida deve ser combinada com o crescimento econômico. Há sinais evidentes de que várias economias avançadas se encontram no limiar da recessão, o que dificultará, sobremaneira, a resolução dos problemas fiscais.
Está claro que a prioridade da economia mundial, neste momento, deve ser solucionar o problema dos países em crise de dívida soberana e reverter o presente quadro recessivo. Os países mais desenvolvidos precisam praticar políticas coordenadas de estímulo às economias extremamente debilitadas pela crise. Os países emergentes podem ajudar.
Países altamente superavitários devem estimular seus mercados internos e, quando for o caso, flexibilizar suas políticas cambiais, de maneira a cooperar para o reequilíbrio da demanda global.
Urge aprofundar a regulamentação do sistema financeiro e controlar essa fonte inesgotável de instabilidade. É preciso impor controles à guerra cambial, com a adoção de regimes de câmbio flutuante. Trata-se, senhoras e senhores, de impedir a manipulação do câmbio tanto por políticas monetárias excessivamente expansionistas como pelo artifício do câmbio fixo.
A reforma das instituições financeiras multilaterais deve, sem sombra de dúvida, prosseguir, aumentando a participação dos países emergentes, principais responsáveis pelo crescimento da economia mundial.
O protecionismo e todas as formas de manipulação comercial devem ser combatidos, pois conferem maior competitividade, de maneira espúria e fraudulenta.
Senhor Presidente,
O Brasil está fazendo a sua parte. Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas, sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento.
Estamos tomando precauções adicionais para reforçar nossa capacidade de resistência à crise, fortalecendo nosso mercado interno com políticas de distribuição de renda e inovação tecnológica.
Há pelo menos três anos, senhor Presidente, o Brasil repete, nesta mesma tribuna, que é preciso combater as causas, e não só as consequências da instabilidade global.
Temos insistido na interrelação entre desenvolvimento, paz e segurança, e que as políticas de desenvolvimento sejam, cada vez mais, associadas às estratégias do Conselho de Segurança na busca por uma paz sustentável.
É assim que agimos em nosso compromisso com o Haiti e com a Guiné-Bissau. Na liderança da Minustah temos promovido, desde 2004, no Haiti, projetos humanitários, que integram segurança e desenvolvimento. Com profundo respeito à soberania haitiana, o Brasil tem o orgulho de cooperar para a consolidação da democracia naquele país.
Estamos aptos a prestar também uma contribuição solidária, aos países irmãos do mundo em desenvolvimento, em matéria de segurança alimentar, tecnologia agrícola, geração de energia limpa e renovável e no combate à pobreza e à fome.
Senhor Presidente,
Desde o final de 2010 assistimos a uma sucessão de manifestações populares, que se convencionou denominar “Primavera Árabe”. O Brasil é pátria de adoção de muitos imigrantes daquela parte do mundo. Os brasileiros se solidarizam com a busca de um ideal que não pertence a nenhuma cultura, porque é universal: a liberdade.
É preciso que as nações aqui reunidas encontrem uma forma legítima e eficaz de ajudar as sociedades que clamam por reforma, sem retirar de seus cidadãos a condução do processo.
Repudiamos com veemência as repressões brutais que vitimam populações civis. Estamos convencidos de que, para a comunidade internacional, o recurso à força deve ser sempre a última alternativa. A busca da paz e da segurança no mundo não pode limitar-se a intervenções em situações extremas.
Apoiamos o Secretário-Geral no seu esforço de engajar as Nações Unidas na prevenção de conflitos, por meio do exercício incansável da democracia e da promoção do desenvolvimento.
O mundo sofre, hoje, as dolorosas consequências de intervenções que agravaram os conflitos, possibilitando a infiltração do terrorismo onde ele não existia, inaugurando novos ciclos de violência, multiplicando os números de vítimas civis.
Muito se fala sobre a responsabilidade de proteger, pouco se fala sobre a responsabilidade ao proteger. São conceitos que precisamos amadurecer juntos. Para isso, a atuação do Conselho de Segurança é essencial, e ela será tão mais acertada quanto mais legítimas forem suas decisões, e a legitimidade do próprio Conselho depende, cada dia mais, de sua reforma.
Senhor Presidente,
A cada ano que passa, mais urgente se faz uma solução para a falta de representatividade do Conselho de Segurança, o que corrói sua eficácia. O ex-presidente Joseph Deiss recordou-me um fato impressionante: o debate em torno da reforma do Conselho já entra em seu 18º ano. Não é possível, senhor Presidente, protelar mais.
O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea, um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento.
O Brasil está pronto a assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho. Vivemos em paz com nossos vizinhos há mais de 140 anos. Temos promovido com eles bem-sucedidos processos de integração e de cooperação. Abdicamos, por compromisso constitucional, do uso da energia nuclear para fins que não sejam pacíficos. Tenho orgulho de dizer que o Brasil é um vetor de paz, estabilidade e prosperidade em sua região, e até mesmo fora dela.
No Conselho de Direitos Humanos, atuamos inspirados por nossa própria história de superação. Queremos para os outros países o que queremos para nós mesmos.
O autoritarismo, a xenofobia, a miséria, a pena capital, a discriminação, todos são algozes dos direitos humanos. Há violações em todos os países, sem exceção. Reconheçamos esta realidade e aceitemos, todos, as críticas. Devemos nos beneficiar delas e criticar, sem meias-palavras, os casos flagrantes de violação, onde quer que ocorram.
Senhor Presidente,
Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas à nossa família de nações. O Brasil está pronto a cooperar com o mais jovem membro das Nações Unidas e contribuir para seu desenvolvimento soberano.
Mas lamento ainda não poder saudar, desta tribuna, o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembleia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título.
O reconhecimento ao direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação amplia as possibilidades de uma paz duradoura no Oriente Médio. Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional.
Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia, como deve ser.
Senhor Presidente,
O Brasil defende um acordo global, abrangente e ambicioso para combater a mudança do clima no marco das Nações Unidas. Para tanto, é preciso que os países assumam as responsabilidades que lhes cabem.
Apresentamos uma proposta concreta, voluntária e significativa de redução [de emissões], durante a Cúpula de Copenhague, em 2009. Esperamos poder avançar, já na reunião de Durban, apoiando os países em desenvolvimento nos seus esforços de redução de emissões e garantindo que os países desenvolvidos cumprirão suas obrigações – com novas metas no Protocolo de Quioto – para além de 2012.
Teremos a honra de sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho do ano que vem. Juntamente com o secretário-geral Ban Ki-moon, reitero aqui o convite para que todos os chefes de Estado e de Governo compareçam.
Senhor Presidente e minhas companheiras mulheres de todo mundo,
O Brasil descobriu que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza, e que uma verdadeira política de direitos humanos tem por base a diminuição da desigualdade e da discriminação entre as pessoas, entre as regiões e entre os gêneros.
O Brasil avançou política, econômica e socialmente sem comprometer sequer uma das liberdades democráticas. Cumprimos quase todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, antes de 2015. Saíram da pobreza e ascenderam para a classe média quase 40 milhões de brasileiras e brasileiros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil.
No meu país, a mulher tem sido fundamental na superação das desigualdades sociais. Nossos programas de distribuição de renda têm, nas mães, a figura central. São elas que cuidam dos recursos que permitem às famílias investir na saúde e na educação de seus filhos.
Mas o meu país, como todos os países do mundo, ainda precisa fazer muito mais pela valorização e afirmação da mulher. Ao falar disso, cumprimento o secretário-geral Ban Ki-moon pela prioridade que tem conferido às mulheres em sua gestão à frente das Nações Unidas.
Saúdo, em especial, a criação da ONU Mulher e sua diretora-executiva, Michelle Bachelet.
Senhor Presidente,
Além do meu querido Brasil, sinto-me aqui também representando todas as mulheres do mundo. As mulheres anônimas, aquelas que passam fome e não podem dar de comer aos seus filhos; aquelas que padecem de doenças e não podem se tratar; aquelas que sofrem violência e são discriminadas no emprego, na sociedade e na vida familiar; aquelas cujo trabalho no lar cria as gerações futuras.
Junto minha voz às vozes das mulheres que ousaram lutar, que ousaram participar da vida política e da vida profissional, e conquistaram o espaço de poder que me permite estar aqui hoje.
Como mulher que sofreu tortura no cárcere, sei como são importantes os valores da democracia, da justiça, dos direitos humanos e da liberdade.
E é com a esperança de que estes valores continuem inspirando o trabalho desta Casa das Nações, que tenho a honra de iniciar o Debate Geral da 66ª Assembleia Geral da ONU.
Muito obrigada.
Ouça a íntegra do discurso (23min49s) da Presidenta Dilma
terça-feira, 20 de setembro de 2011
#ComissãoDaVerdade vamos apoiar
Professores protestam contra o ditador Cid Gomes
André Lemos e a blogosfera
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Ceará: Blogueiros “cabra da peste” se mobilizam
domingo, 18 de setembro de 2011
Lançada a Associação dos Blogueiros do Vale do Curu
Newsweek: Dilma dinamita Cerra e PiG. Não se meta com ela !
Saiu no Estadão
Dilma Rousseff é capa da revista ‘Newsweek’
A presidente Dilma Rousseff é capa da próxima edição da revista ‘Newsweek’ internacional e da edição nacional americana. É a primeira vez que há destaque em mais edições da publicação para uma capa sobre o Brasil. A revista deve chegar às bancas nesta semana.
Com o título ‘Don’t mess with Dilma’ (em tradução literal ‘Não mexa com a Dilma’) (*), a reportagem principal aborda o governo, a história política e também a vida pessoal da presidente.
A revista cita detalhadamente o crescimento econômico do Brasil e a participação de Dilma nesse processo de mudanças, iniciado com a gestão Lula. O assunto é endossado pela frase do presidente dos EUA, Barack Obama, quando esteve no Rio de Janeiro em março deste ano, dizendo que o Brasil era o país do futuro. Dilma será a primeira mulher a abrir uma Assembleia Geral da ONU, fato descrito como positivo e influente.
Na matéria, a presidente afirma saber do potencial brasileiro e pergunta ao repórter da ‘Newsweek’ se ele sabe qual é a diferença entre o Brasil e o resto do mundo. A própria Dilma responde dizendo que, em nosso País, os instrumentos de controle políticos existentes são fortes o bastante para combater um crescimento mais lento ou até a estagnação da economia mundial – diferente de outros países. Segundo Dilma, o Brasil pode cortar as taxas de juros porque fez um empréstimo (sic – PHA) cauteloso e tem um Banco Central rígido.
Na entrevista, Dilma confessa que, quando criança, queria ser bailarina ou bombeira. Para ela, uma menina querer ser presidente é um sinal de progresso. Dilma também fala sobre sua passagem pela prisão, época em que fazia parte de um grupo revolucionário político, e que, por conta disso, aprendeu a ter esperança e paciência.
A presidente Dilma Rousseff vai receber o prêmio Woodrow Wilson Public Service Award, na próxima terça-feira, 20, em jantar no Hotel Pierre, em Nova York. A premiação também já foi concedida a Lula, em 2009.

A pergunta da presidenta – você sabe qual a diferença do Brasil ? – lembra aquela em que ela “jantou” a Globo.
Clique aqui para ler: Dilma engole a Globo. Vem aí a “CPMF dos ricos”
É uma boa lição aos nossos colonizados colonistas (**), que não se cansam de enaltecer os BRICs em detrimento do Brasil.
Em nenhum outro BRIC há instituições democráticas que se comparem às brasileiras.
Mesmo que se corra o risco de o próprio presidente do Supremo querer fechar o órgão que vigia os juízes, o CNJ
Clique aqui para ler: Peluso vai desmanchar o CNJ. Não, não pode ser verdade
Mal ou bem, aqui se tenta censurar blogueiro sujo através da Justiça – embora a Juiza Quintela se tenha recusado a fazer isso-, mas não se acha blogueiro sujo morto com tiro na boca em esquina próxima da Praça Vermelha, onde trabalha o Czar Putin (não confundi-lo com o “nosso Putin”).
Aqui é diferente.
Tão diferente que o PiG (***) faz o que quer.
E ninguém faz nada.
(Por falar nisso, quando é que a Policia Federal conclui o inquérito sobre a invasão do Hotel Naoum em Brasília ? Ou vai esperar achar o áudio do grampo ?) Paulo Henrique Amorim
(*) Este ansioso blogueiro prefere a tradução “não se meta com ela”.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.
(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
GUERRILHEIROS VIRTU@IS: estes blogleiros sujinhos sempre acreditaram na grande transformação iniciada por Luiz Inácio - LULA - da Silva e agora mantida por nossa grande "Presidenta" daquela velha premissa que nos foi ensinada desde nosso pré-jardim: "O Brasil é o país do futuro!" para "O Brasil é o futuro!"
Esperar, a lá Adam Smith, que o mercado se auto-regule é o mesmo que esperar - sentados, pls - em que nossa mídia se democratize sem atuação firme e decidida de nosso estado defendendo os direitos constitucionais do cidadão!
Acreditamos no que se provou eficaz no 'tsunami' da crise de 2008/2009 e que certamente se confirmará na crise que se avizinha, apesar da urubóloga e do 'ficha limpa' do pps prega: "A crise é mortal"!, que os $$$ investidos não podem ser nos mercados financeiros, como sói aos dirigentes europeus e americanos - mas sim no consumo e na produção!
Como disseram algures alguns analistas: é na crise que se constróem as maiores oportunidades! E desta crise mundial quem se destacará, quem conseguirá crescer, pois sua aposta - que não é heterodoxa - é a mais socialmente justa e economicamente possível.
Não precisamos ser 'economistas de renome' para verificar que dos bilhões de dólares investidos nos mercados financeiros mundiais geraram polpudas premiações aos executivos financeiros - os mesmos que criaram a bolha imobiliária.
Dilma disse muito bem: Nossos controles são bons!
Só falta expandí-los para a mídia!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
CID GOMES antes, CID GOMES depois
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Breve: II Encontro de Blogueiros, Redes Sociais e Software Livre do Ceará
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ciro Gomes quer ser Prefeito de Fortaleza na "marra"
Ciro Gomes solta as frangas no Ceará
João Bosco inimigo da CHESF
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Blog da Dilma e blogueiros querem entrevistrar presidenta Dilma
P.I.G!
domingo, 11 de setembro de 2011
Cuiabania
sábado, 10 de setembro de 2011
11 de setembro - 1973 / 2001
Em 2011, não se sabe se com ou sem conhecimento destes mesmos personagens, são atacadas as torres gemeas do Word Trade Center! No Paraná Blogs fizeram esta postagem:
O outro 11 de Setembro foi ainda mais brutal
Calcula-se que resultou em 40 mil mortos – tão covardes como as do World Trade Center, em Nova York.
A diferença é que, naquele caso, os americanos eram os agressores, ao menos colateralmente, alinhados em emoção e logística aos assassinos.
A América transforma hoje num parque de diversões, com direito a hot dog e souvenirs, o ground zero da barbárie perpetrada pela Al Qaeda, mas não se inquieta nem um pouco em lembrar a carnificina patrocinada pela Casa Branca no Chile que Pinochet assumiu.
11 de setembro de 1973: Salvador Allende, presidente eleito, é derrubado por um golpe militar tramado nos gabinetes de Washington e apoiado operacionalmente pela CIA.
Henry Kissinger, que era o ministro do Exterior (Secretário de Estado, se diz nos EUA) na administração Richard Nixon, já se resignou a confessar mil vezes a interferência americana na política chilena, com vistas a derrubar Salvador Allende.
Documentos referentes à Operação Condor – a conspiração que visava a extirpar a ferro e fogo os traços de qualquer resistência antiamericana do México para baixo – mostram que as ações clandestinas e ilegais tinham apoio da ditadura brasileira.
Me lembro que meu vizinho de andar, em Ipanema, um coronel que a gente desconfiava ser graduado agente do SNI, cruzou comigo no elevador dias antes do golpe em Santiago, maleta na mão, apressado, a caminho do exterior.
Pode ser só uma coincidência.
O presidente Allende era socialista – e um democrata. Ser socialista já bastava aos brucutus da reação para justificar a quebra da ordem democrática. A direita republicana dos EUA ajudou e bateu palmas. Jornalões brasileiros gostaram da faxina ideológica. Implantou-se uma ditadura fardada que fuzilava os dissidentes a sangue frio.
Os norte-americanos acham que os ditadores deles são melhores que os ditadores que são contra eles; que os mortos deles valem mais do que homens, mulheres e crianças que a América mata ou ajuda a matar.
No Chile ontem, no Iraque e no Afeganistão hoje.
Os americanos têm o mundo no umbigo.
Vereadores e prefeito podem responder pela negociata da Sanecap, diz advogado
Vereadores e prefeito podem responder pela negociata da Sanecap, diz advogado

Por Michely Figueiredo

O advogado Félix Marques explicou em entrevista à Rádio CBN Cuiabá – AM 590 que os vereadores e o prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB) podem ser responsabilizados caso algo não saia conforme o previsto na concessão da Sanecap.

De acordo com o advogado, como a Sanecap não receberá nenhuma indenização pelo patrimônio a ser utilizado pela empresa que ganhar a licitação, caso haja um descontrole e a empresa quebre, toda a responsabilidade pelo compromisso pode ficar com o município, que ainda será dono do patrimônio.
“Se a empresa faz compromissos, empresta dinheiro e quebra, o compromisso fica com o município. Então é preciso amarrar de uma forma que lá na frente o município não tenha prejuízos. O princípio da responsabilidade cai sobre quem pratica a ação. Prefeito, vereadores, todos poderão ser responsabilizados pela negociata. O município pode ser responsabilizado pelos seus credores como o prefeito e os vereadores nessa negociata”.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Cenários - Cuiabá - 2012: Protagonismo!
PT lançará candidato a prefeito em pelo menos 60 cidades, diz Abicalil
De Brasília - Vinícius TavaresReproduçãoPT lançará candidato a prefeito em pelo menos 60 cidades, diz Abicalil
O Partido dos Trabalhadores (PT) lançará candidato próprio em pelo menos 60 municípios do Estado nas eleições de 2012. A previsão é do ex-presidente do diretório regional do PT, ex-deputado federal e atualmente o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação, Carlos Abicalil.

Abicalil reconhece que a disputa entre ele e a então senadora Serys Slhessarenko nas prévias para escolha do candidato ao Senado provoca dificuldades em função de o partido não ter mais a força da representaçãoo em Brasília. No entanto, ele afirma que o PT está se organizando para ser protagonista nas eleições do ano que vem.
"O partido tem condições de lançar candidatos majoritários em mais de 60 municípios, sem contar naqueles onde teremos o vice-prefeito na disputa. Participamos atualmente em mais de 80 prefeituras, seja com comando do executivo, na vice-prefeitura ou nas secretarias", estima.
Respeitando a hierarquia partidária, cujo comando regional está com o deputado federal suplente Ságuas Moraes, Abicalil defende a idéia de que o concentre esforços a partir do mês que vem visando a disputa eleitoral. Segunod ele, Lúdio Cabral e Serys Slhessarenko são os dois nomes fortes que op partido tem para lançar as prévias.
"Temos que lidar com a redução da nossa bancada. Estamos analisando o novo posicionamento do partido. Já tivemos 17 encontros regionais e acredito que o partido tem que se ocupar disso e debater as eleições a partir de outubro. Há a disposição de dois nomes para a disputa, o vereador Lúdio Cabral e a ex-senadora suspensa, que também surge como uma possibilidade", revela Abicalil sem citar o nome de Serys Slhessarenko. quarta-feira, 7 de setembro de 2011
17º Grito d@s Excluíd@s
GUERRILHEIROS VIRTU@IS
Regular a comunicação para fortalecer a democracia
Cuiabá - 07/09 - Grito dos Excluídos!
Com o lema “Pela Vida Grita a Terra. Por Direitos, Todos Nós”, os protestos têm como alvo os escândalos de corrupção, os megaprojetos na Amazônia, as mudanças no Código Florestal e até as obras para a Copa do Mundo de 2014.
Outro canto: "Nossas floresta, nossa água. Nosso rio não se vende. Nossa floresta, nossa água. Nosso rio se defende!"
Os manifestantes saíram felizes para suas casas, com a certeza de seu dever cumprido, seu amor por nossa pátria reafirmado e com a garantia de muitas lutas ainda a serem realizadas por aqueles que tem amor no coração!



























