
A nota de 98 'militares de pijama', "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!” publicada no site "A verdade sufocada" é uma afronta à cidadania (leia aqui se tiver estomago)!
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Obras no Beira-Rio estão paradas há quase 250 diasA nota oficial divulgada pela construtora Andrade Gutierrez não caiu bem no governo do Rio Grande do Sul. Em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta segunda-feira (27), o governador Tarso Genrocolocou em dúvida a realização dos jogos da Copa do Mundo no Estádio Beira-Rio. No último sábado (25), a empresa atribuiu a demora na assinatura do contrato com o Inter ao fato de o banco Banrisul ainda não ter liberado o financiamento para a realização da reforma no estádio.
O governador, no entanto, afirmou que o estado seguirá trabalhando para colocar o Beira-Rio nos jogos de 2014. "Se a Copa será no Beira-Rio ou não, eu não sei. Tenho minhas dúvidas. Temos de fazer um esforço para que seja. Mas o esforço que temos de fazer é para que a Copa saia aqui em qualquer hipótese", declarou.
Tarso reiterou que o Banrisul não correrá riscos para proteger a construtora. Segundo ele, um banco público não pode arcar com a obra de uma empresa privada. "O Banrisul não pode aceitar transferência da responsabilidade. Seguimos normas, inclusive estabelecidas pelo Banco Central. Estamos tentando viabilizar, mas mais do que estamos fazendo só se o Banrisul bancar a obra com o dinheiro do povo gaúcho", disse.
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, manifestou confiança sobre a reforma do Beira-Rio. Em entrevista no domingo (26), ele se disse surpreso coma nota da Andrade Gutierrez, mas garantiu que o estádio ficará pronto dentro do prazo. Recentemente, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, também falou sobre o assunto. Segundo ele, não existe a possibilidade de um 'plano B' para a Copa no Rio Grande do Sul.
Com um quarto das arquibancadas sociais destruídas, o que retira do Beira-Rio 8 mil lugares por jogo, as obras seguem suspensas há quase 250 dias e só serão retomadas quando o contrato entre clube e construtora for assinado
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RAFAEL COSTA
DA REDAÇÃO do Mídia News

Recebi noticias dos acontecimentos no encontro da baixada cuiabana:

de lá vieram entusiasmados e estarrecidos depoimentos de companheiros (as) sobre o processo sucessório municipal.
Algumas análises revelam a necessidade de uma participação maior das militâncias no sentido de mudar seus dirigentes que, talvez cansados ou já satisfeitos com os resultados de sua militância não se mostram dispostos a disputarem nenhum pleito, preferindo-se manter-se com garantias que “aliados” estão a oferecer.
Vale lembrar que esses “agrados” são bons enquanto o Partido dos Trabalhadores tiver a Presidência da República, ter proporcionalmente o direito ao maior tempo no horário eleitoral na TV e rádio.
Ninguém desses aliados “pensa” igual aos petistas, senão estariam todos no mesmo partido. Ademais, nem todo aquele que se encontra em partido socialista é socialista.
Alguém que se propõe a transformar uma unidade de saúde pública, por exemplo, em uma espécie de “franquia” da administração pública para a privada pode se intitular socialista e preocupado com o bem comum?
Ou ainda, na questão da água envolvendo um problema que se iniciou com o fim da SANEMAT e a transferência do “direito” para os municípios que passivamente os gestores da época “acharam” um grande negócio e que após sucessivos fracassos de gestão, encontram em alguém com uma larga experiência no interior paulista, mais precisamente em Presidente Prudente, o descobridor da fórmula mágica capaz de colocar água em todas as torneiras, captar e tratar o esgoto, pagar pela concessão, e depois de tudo isso, cobrar um preço acessível de todos os cidadãos e ainda assim, ter lucros.

De todos os que estão ai, colocados ou bancados como possíveis candidatos, todos possuem algum interesse, defendem uma determinada causa que certamente não é socialista.
Então, voltando ao encontro do PT da baixada cuiabana, me deixou estarrecida o convencimento de alguns diretórios municipais pela tese de que surfar em prancha emprestada é mais seguro.
O que me deixou entusiasmada foi a posição clara do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores, especialmente na pessoa do seu presidente, em dizer que quer candidatura própria e, apenas na impossibilidade é que o PT deve buscar alianças.
Recado dado e para bom entendedor, diria, meia palavra basta.
Já há um pré candidato em Cuiabá. Capaz de unificar o partido para um projeto maior em 2014, que permita construir alicerces para as eleições Estadual e Federal.
Resta apenas, saber aguardar o momento certo para a consolidação de mais esta vitória petista.
O entusiasmo se deve a forma como o atual presidente do PT estadual está a conduzir o partido.
Ao contrário do induzimento que a mídia tenta dar para este ou aquele pretenso candidato, todos nós petistas sabemos que a urna é a única pesquisa confiável. O resto é exercício de premonição, vidência...
Hilda Suzana Veiga Settineri
Hoje eu sonhei contigo
Tanta desdita amor nem te digo
Tanto castigo que eu estava aflita
De te contar
Foi um sonho medonho
Desses que às vezes a gente sonha
E baba na fronha
E se urina toda
E quer sufocar
Meu amor vi chegando
Um trem de candango
Formando um bando, mas que era um bando
De orangotango pra te pegar
Vinha nego humilhado
Vinha morto-vivo
Vinha flagelado
De tudo que é lado
Vinha um bom motivo
Pra te esfolar
Quanto mais tu corria, mais tu ficava
Mais atolava, mais te sujava
Amor, tu fedia, empesteava o ar
Tu que foi tão valente
Chorou pra gente
Pediu piedade
E olha, que maldade
Me deu vontade de gargalhar
Ao pé da ribanceira
Acabou-se a liça
E escarrei-te inteira
A tua carniça
E tinha justiça nesse escarrar
Te rasgamo a carcaça
Descemo a ripa
Viramo as tripa
Comemo os ovo
Ai, aquele povo
Pôs-se a cantar
Foi um sonho medonho
Desses que às vezes a gente sonha
E baba na fronha e se urina toda
E já não tem paz
Pois eu sonhei contigo
E caí da cama
Ai, amor, não briga
Ai, não me castiga
Ai, diz que me ama
E eu não sonho mais
De acordo com Martorelli, o Estado não fez grandes investimentos no setor desde a década de 1990. Em 2004, o então presidente Néstor Kirchner (marido da presidenta Cristina Kirchner) rescindiu três contratos com empresas particulares e implementou um plano para recuperar as linhas. Mas a maioria dos trens continua nas mãos de empresas privadas.